31 de dez. de 2010

Retrospecchuca 2010, a mágoa e o preconceito que queremos deixar pra trás!

 
Gente, segue um brevíssimo retrospecto de alguns bafos desse Anoos, as oferendas que a gente quer que voltem para o mar!

A chuca do ano começou bem, estávamos em plena virada, quando a Boris Cacura, cheia de preconceito e mágoa nos brinda com uma ofensa aos garis:
"Que merda: dois lixeiros desejando felicidades do alto da suas vassouras. O mais baixo na escala do trabalho.”

Mas como não há nada que não possa piorar, há outras pérolas, que não poderiam ficar fora das chucas no anus!
Em fevereiro, na Globo, Marcelo Dourado, entre outras afirmações imbecis e homofóbicas afirmou que “Homem hétero não pega AIDS”, que quebraria os dedos da participante lésbica Morango. O participante gerou uma onda homofóbica na internet sob o manto de uma suposta heterofobia, e em apoio às suas declarações surgiram manifestações pelo “orgulho hétero”, que incluíam comunidades no Orkut que pregavam o “estupro corretivo” de lésbicas.

Mas não é só entre antas de reality show que os preconceitos mais grosseiros se disseminam. Na culta e intelectualizada USP, o Jornal universitário, “O Parasita”, convocou os estudantes a jogarem fezes em homossexuais em troca de convite para uma festa

A ignorância e o preconceito também inunda essa planície. No mês de maio,  Em busca de votos, Anthony Garotinho do PR, faz discurso homofóbico em evento evangélico, no Rio de Janeiro. Além de taxar a homossexualidade de anti-natural e contrária à vontade de Deus, usou disso para combater políticos, como o governador Sergio Cabral, que defendem causas LGBT. Mas essa chuca nos já tinhamos mencionado aqui no blog.


A chuca no Estado do Rio de Janeiro não para por aí, em Junho, o deputado estadual Eduardo Cunha do PMDB-RJ propõe projeto de lei reacionário que criminaliza a discriminação de heterossexuais como o “direito de ser normal”. E propõe o dia do ´orgulho hétero’. A pergunta que fica, alguém já foi discriminado por ser hétero? Algum casal já foi agredido ou ofendido na rua por conta disso?
Essa babaquice já foi tratada aqui no blog também.




Pois é, enquanto o nobre deputado age assim, continuam as mortes por homofobia. Ainda em junho, Alexandre Ivo Rajão, 14 anos, foi torturado e morto. Os assassinos continuam soltos. A mãe de Alexandre luta por justiça. Essa notícia já vimos aqui.



De forma fantasiosa e preconceituosa a Revista VEJA lança uma matéria falando de um Brasil de de classe média, onde supostamente não existe mais preconceito(oi?). Por conta disso, detona com a toda militância em torno de Direitos para gays, afimando que esta é desnecessária e ninguém mais quer ou precisa levantar bandeiras políticas. Basta que as pessoas sejam educadas para que o preconceito seja  vencido  


Curiosamente, poucos meses depois, um amigo de José Serra, Reinaldo Azevedo, um dos colunistas mais reacionários desta revista, que já se notabiliza por seu conteúdo de ultra-direita, afirma que no Brasil não existe Homofobia e que o projeto de lei que a combate é uma excrescência nazista.  Aff...



Enquanto isso, um conselheiro escolar nos EUA defendeu o suicídio de jovens gays com a justificativa de que pecadores devem se matar por conta de seus pecados.



Em agosto, que desgosto: Tentando “corrigir” as ações de um menino que, supostamente, agia como menina, um homem mata a criança: Um homem de 20 anos que trabalhava como babá provocou a morte de um menino de apenas 17 meses dos EUA. O motivo? A criança estaria agindo como uma menina. Pedro Jones, morador de Long Island, gerou revolta na população local ao confessar que matou o pequeno Roy A., de quem estava cuidando, para tentar "fazer com que ele se comportasse como um menino, e não como uma garotinha".

De acordo com a polícia, o criminoso deu vários socos no bebê e o agarrou pelo pescoço. A vítima chegou a ser levada ao hospital, mas morreu depois de sofrer parada cardíaca.
Enquanto isso, na TV, as novelas seguiram com gays fazendo papéis estereotipados, assexuados, pois nem há demonstrações de afeto, isso quando não terminam virando héteros.

No meio das bizarrizes causadas pelo preconceito contra gays, o Ilustrissimo Pastor Silas Malafaia continua em sua cruzada de combate aos infiéis. Na mais absoluta falta do que fazer, decide espalhar outdoors pelo Estado do Rio de Janeiro em que afirma que que os gays são uma ameaça à perpetuação da espécie (oi?). Será ignorância ou ma-fé mesmo?

Mas quando achávamos que nada pior em matéria de preconceitos poderia surgir, eis que José Serra, no vale tudo da campanha eleitoral, transforma a eleição em guerra santa e busca aliados juntos aos grupos mais reacionários, num trupe que incluía de monarquistas, TFPs entre outros. Aí foram levantadas todas as bandeiras do conservadorismo, o que incluiu a negociação com alguns grupos religiosos, do veto á ao projeto de lei que combate a homofobia. Em Campos, com o apoio de Garotinho, foram distribuídos os mais diversos panfletos e adesivos de cunho difamatório contra a campanha de Dilma. Bem, ao que tudo indica deve existir castigo divino pra quem usa do nome de Deus para semear o ódio.

Para terminar nosso ano, o Deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), exibindo toda sua ignorância, truculência e desrespeito com a diferença Eim uma manifestação de tom claramente totalitário em termos de sexualidade humana, por não admitir que as pessoas LGBTs (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) tenham a si atribuída a mesma dignidade conferida às pessoas heterossexuais, declarou que os pais deveriam bater em seus filhos (!) se os mesmos demonstrassem tendências homossexuais…

Eis as palavras homofóbicas do deputado: “O filho começa a ficar assim, meio gayzinho leva um coro, ele muda o comportamento dele. Olha, eu vejo muita gente por aí dizendo: ainda bem que eu levei umas palmadas, meu pai me ensinou a ser homem” (sic).
PS: Bolsonaro é o mesmo que defende a Ditadura Militar, combate Direitos humanos, é contra as investigações sobre os desaparecidos no regime militar, contra até a busca dos corpos daqueles que foram mortos.
 
E aí quem merece a chuca do ano? Vamos devolver pro mar essas oferendas?

28 de dez. de 2010

Gays se tornam pais com ajuda de barriga de aluguel

Gente, não gosto de ficar postando "fofocas" (exceto se for pra dar umas boas e merecidas alfinetadas), Mas dessa vez  não resisti. Sim, Tio Elton, nosso exemplo de como envelhecer com dignidade dando aquela pinta básica,  se tornou pai! Depois do Rick Martin, agora foi ele!

Vão formar uma linda família!

Felicidades para eles!

Elton John se torna pai com ajuda de barriga de aluguel

Menino, chamado Zachary, nasceu no dia 25 de dezembro.
John se casou com David Furnish em 2005, após 12 anos juntos.

Da France Presse
O cantor Elton John junto com seu companheiro David Furnish na cerimônia da 'Time' 
O cantor Elton John junto com seu companheiro
David Furnish (Foto: Lucas Jackson/Reuters)
O músico britânico Elton John tornou-se pai de um menino, nascido de uma barriga de aluguel na Califórnia, informou a "US Magazine" nesta terça-feira (28).

Segundo a revista, Zachary nasceu no dia 25 de dezembro, gerado por uma barriga de aluguel e adotado por John, 62, e seu companheiro David Furnish, 48.

"Estamos extasiados de alegria e felicidade neste momento tão especial", declararam John e Furnish em um comunicado conjunto, citado pela "US Magazine".

"Zachary é saudável e vai muito bem, e nós somos pais muito orgulhosos e felizes". O bebê nasceu com 3,5 quilos.

John e Furnish se casaram em 2005, após 12 anos juntos, e indicaram que não pretendem discutir com a imprensa qualquer detalhe da barriga de aluguel.

Vice presidente dos EUA: Casamento gay é inevitável

27/12/2010
Vice-presidente americano diz que consenso sobre casamento gay será "inevitável"


O vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmou que a posição do país está evoluindo sobre os casamentos homossexuais e o consenso nacional será "inevitável". Em entrevista, Biden considerou que, assim como foi aprovada a inclusão dos homossexuais nas Forças Armadas, o casamento gay também será aceito.

"Acho que o país está evoluindo. É inevitável que haja um consenso nacional sobre o casamento gay", afirmou.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo ainda é ilegal na maioria dos estados do país. Entre os pioneiros estão Vermont, Massachusetts, Connecticut, Iowa e o Distrito de Columbia, enquanto a Califórnia está imerso em uma longa batalha legal.

26 de dez. de 2010

Gays: Como inserir seu namorado nas festas de final de ano?




O psicólogo Joaquim Motta fala um pouco sobre a relação dos homossexuais com a família nessa época de fim de ano. É possível trazer o namorado para o convívio da família nesse período de confraternizações? Como agir com os familiares próximos e os não tão chegados assim? Qual a melhor oportunidade para sair do armário, caso o assunto ainda não tenha vindo à tona em casa.

22 de dez. de 2010

Como entender a heterossexualidade? É normal?

Gente, o título do posht é soh uma provocação... Por que para além de qualquer explicação o que importa mesmo é vivermos numa socidade que assegure a todos o direito de livremente conduzir sua vida naquilo que não afete os demais.

 Um lindo exemplo disso é a matéria abaixo, publicada em uma famuósa revista Phemynina!

Click na imagem para aumentar!



Tipo assim, Amei o depoimento apaixonado dos Pombinhos!  Eshpecialmentch a parte de que "Nayla se esforça bastante para estar com eles do jeito que eu gosto."(NOT).

OMG, naum quero ver, digo, sentir o cheiro, desse esforço! Rs !


Pois bem, então é assim, Gosto não se discute, é que nem C*, cada tem o seu e faz dele o que bem entender.!

Um Natal lindo e cheiroso para todos vocês!

20 de dez. de 2010

Sexóloga ensina a fazer Sexo Anal

Olha, infelizmente vejo muitas amigues se acidentando nessa hora tão delicada.
Então, decidi poshtar o vídeeeoo mara da Dra. Carla, ensinando Toooodddooo que você precisa saber na hora H!
As dicas são perfeitas, só faltou a xuca, né… Mas essa parte eu mesmo ensino, viu!Tá aqui no Blog, no post sobre Chuca Perfeita!
Gente, Boas Festas ! Boas entradas pra todos!

Meeega.. eu dei demais e to machucada. Hipoglós resolve ou tem pomada melhor?

Ameeeggaaa, Que isso!
Como assim masshucar, phody não! que brutchalidade éh essa!
tem que fazer do jeito que a Dra. Carla ensina, viu!

Agora, o jeito é deishar o edi de molho, hipoglós pode ser útil, mas dependendo do tamanho do estrago vá de proctil ou de xilodase, ok!?

16 de dez. de 2010

Strip-tease para o Papa no Vaticano

Ainh, que Loooossshoooo! Além de sóh usar sapatos PRADA o Papa ainda arruma um Bofes maravilhuosos pra fazer um showzinho particular!
Ai que inveja!
Aposto que edi Papal (Santo Edi) tava mordendo o Trono de Pedro! E senti a acrobacia, a performance!  Melhor que os Gogo-boys da reverse!
Bem, agora todos sabem por que Padre não casa, além de não ter casamento entre pessoas do mesmo sexo, pra que alguém vai casar se pode, assim como o Papa,  viver à rosetar!?

Multa para agressores por Homofobia na Paulista

Defensoria Pública pede multa de R$ 80 mil para agressores da Paulista

Defensora Maíra Diniz diz que vítima e testemunha relataram homofobia.
Denúncia feita à Secretária da Justiça se baseia em lei anti-homofóbica.

Kleber Tomaz Do G1 SP

"Ele me chamou. Quando virei, ele já me atacou no rosto com a lâmpada", disse Luis 
"Ele me chamou. Quando virei, ele já me atacou no rosto com a lâmpada", disse vítima Luís Alberto Betônio (Foto: Leticia Macedo/G1)

Baseada numa lei estadual anti-homofóbica, a Defensoria Pública de São Paulo vai entrar com uma denúncia administrativa na Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania para pedir que a comissão do órgão aplique uma multa de R$ 80 mil para os cinco suspeitos de agredir pessoas na região da Avenida Paulista em 14 de novembro. A defensora Maíra Diniz, coordenadora do Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da defensoria, afirmou nesta quinta-feira (16) que duas vítimas relataram para ela que a motivação dos ataques foi homofóbica.

“Ouvi uma vítima dos agressores, o rapaz que apanhou na boate, e uma testemunha que viu um outro rapaz ser agredido por lâmpadas . Eles afirmaram que os ataques foram homofóbicos porq que os agressores confundiram as vítimas com homossexuais. Afirmaram terem sido chamados de gays e xingados de ‘viados’”, disse a defensora pública Maíra Diniz.
De acordo com a coordenadora do Núcleo de Combate à Discriminação, Racismo e Preconceito da Defensoria Pública, ela irá basear seu pedido à secretaria na lei estadual 10.948 de 2001 de combate à homofobia. “Ela é uma lei anti-homofóbica. Prevê a aplicação de penalidade administrativa na forma de uma advertência ou aplicação de multa para quem comete esse ato que deve ser repudiado”, disse Maíra.
Segundo a defensora, ela pediu a aplicação de multa de R$ 16 mil para cada um dos cinco suspeitos. “O dinheiro poderá ir para um fundo de políticas públicas de diversidade sexual se a comissão da Secretaria da Justiça assim decidir”, falou Maíra.


O Juizado Especial da Vara da Infância e Juventude de São Paulo deve ouvir na manhã desta sexta-feira (17) as testemunhas de defesa dos jovens suspeitos de agredir pessoas na região da Avenida Paulista no dia 14 de novembro. Na última sexta (10), as testemunhas de acusação prestaram depoimentos.
Quatro adolescentes suspeitos do ataque, com idades entre 16 e 17 anos, estão na Fundação Casa (antiga Febem) após a Justiça decretar a internação provisória deles em 23 de novembro. Após isso, o juiz decidirá se os garotos continuarão internados para cumprir medidas sócio-educativas ou responderão as acusações em liberdade. Se forem mantidos na Fundação Casa, poderão ser sentenciados a até 3 anos de internação.
Jonathan Lauton Domingues, de 19 anos, o único maior de idade do grupo suspeito dos ataques, continua em liberdade. A Polícia Civil, no entanto, pediu a prisão preventiva de Jonathan à Justiça. O inquérito com os laudos e os vídeos das agressões gravados por câmeras de segurança dos prédios foram encaminhados ao Ministério Público e a Vara do Júri. Segundo informou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça de São Paulo, a Justiça ainda não havia decidido sobre o pedido até a manhã desta quinta-feira.
O estudante de jornalismo Luís Alberto Betonio, de 23 anos, que aparece nas imagens apanhando do adolescente de 16 anos afirmou em entrevista ao Fantástico em 5 de dezembro que foi confundido com gays e vítima de homofobia. Em entrevista por e-mail ao G1, publicada em 6 de dezembro, o garoto suspeito pediu uma "uma nova chance".
Os defensores de alguns jovens suspeitos dos ataques entrariam com recursos contra a internação deles no TJ-SP. Os advogados negam que as agressões tenham tido cunho homofóbico.

Na madrugada do último domingo (5), houve mais um ataque contra homossexuais na região da Avenida Paulista. Câmeras de segurança registraram o momento em que as vítimas foram agredidas violentamente por um homem. Nos últimos meses, foram pelo menos seis ataques na região, com oito vítimas feridas.



Observação deste Blogueiro: Além de punir os agressores é necessário impedir que o discurso de discriminação e preconceito que justifica essas violências se prolifere. 
A punição é necessária, mas para além dela é necessário fechar as torneiras de uma cultura que alimenta o ódio e a intolerância.

15 de dez. de 2010

Igreja evangélica sofre ataques homofóbicos

Igreja evangélica sofre série de ataques homofóbicos em Fortaleza

Pichações foram feitas em muro do templo religioso em agosto e novembro. Cerca de 60 integrantes receberam ameaças de morte, disse pastora.

Glauco Araújo Do G1, em São Paulo 5/12/2010 13h27 - Atualizado em 15/12/2010 13h45
Igreja sofreu pichações com teor homofóbico em Fortaleza 
Igreja sofreu pichações com teor homofóbico em Fortaleza


Representantes da Igreja Comunidade Cristã Nova Esperança denunciaram, nesta terça-feira (14), uma série de ataques homofóbicos sofridos desde agosto, em Fortaleza. Segundo a pastora Sara Cavalcante, responsável  pela igreja na capital cearense, cerca de 60 frequentadores foram ameaçados de morte e o muro do templo religioso apareceu com pichações várias vezes. O local é conhecido por pregar a inclusão social, a diversidade sexual e atua diretamente com pessoas da comunidade LGBT. O último ataque ocorreu nesta quarta-feira (8).
"Somos uma igreja evangélica, pentecostal e inclusiva", disse Sara, que se reuniu nesta quarta-feira (15) com integrantes da Câmara de Veradores de Fortaleza para apresentar um dossiê com relatos dos ataques sofridos por integrantes da igreja. Nesta terça, ela participou de um encontro com a Coordenadoria da Diversidade Sexual da Secretaria Municipal de Direitos Humanos para pedir ajuda. "Eles nos ofereceram ajuda jurídica e apoio para atuarmos em conjunto de forma educativa e preventiva na região", afirmou Sara.

Frequentadores de igreja sofreram ameaças de morte 
Pichações em muro de igreja começaram a ser feitas em agosto de ano
Cronologia
Segundo a igreja, no mês de agosto deste ano, o prédio do templo foi apedrejado, o muro foi pichado com mensagens homofóbicas e os cadeados, entupidos. No começo de novembro, rapazes insultaram e fizeram ameaças de morte contra os frequentadores da igreja na saída de um dos cultos. No fim de novembro, um grupo de rapazes ameçou atear fogo ao prédio da igreja. O último ataque aconteceu na semana passada, quando jogaram urina na porta do prédio.
Providências
"Notificamos o Ministério Público para acompanhar o caso para encontrar os responsáveis pelos ataques homofóbicos. Além disso, queremos desenvolver uma ação educativa na comunidade próxima da igreja e prevenir novos ataques. Vamos atuar junto com lideranças do bairro", disse Luanna Marley, coordenadora do Centro de Referência LGBT de Fortaleza.
Segundo Sara, um Boletim de Ocorrência foi registrado no 3º Distrito Policial de Fortaleza relatando os ataques. "A nossa preocupação é a preservação da integridade dos frequentadores da igreja. Cobrimos a pichação, mas não pintamos o muro para evitar que sejam feitas novas pichações. Defendemos toda a liberdade sexual e não fazemos distinção de cor de pele ou orientação sexual. As portas da igreja sempre estarão abertas", disse a pastora.
Luanna disse que vai encaminhar um ofício para a Secretaria de Segurança Pública do Estado, pedindo investigação criminal. "Também vamos acionar o setor de Enfrentamento aos Crimes de Ódio da Polícia Federal".
Ataques contra igreja foram registrados desde agosto deste ano 
Em outra pichação, agressores dizem que "homofobia não é crime"


Aqui, não são os mesmos que defendem a liberdade religiosa? Tisch, tisch, tisch ... O preconceito cega as pessoas para suas incoerências!
 

14 de dez. de 2010

#FreeAssange

Blogayros, uní-vos!

Vamos nos manifestar pela liberdade de informação, expressão e imprensa!

Contra a manipulação da grande mídia!

Viva Assange !

13 de dez. de 2010

quantos anos você tem, miguxho

Isso é pergunta que se faça!!? Rs ...

Essa pergunta depende, no Bate-papo Uol eu tenho 28, na night, tenho 30, no RG tenho 33, rs...

Só no truque!

Gays sofrem muito... Queria que isso fosse mentira, Por que não fazemos uma revolução! Precisamos disso com urgência!=D

Honey, "cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é"!

Não desanime, quando me assumi nessa "vida" era inimaginável que casais gays pudessem ter direitos reconhecidos, inimaginável que o preconceito pudesse fosse alvo de reprovação. Pelo contrário, o preconceito era tão grande que os gays é que deveriam se "aprumar", e "sair dessa vida", seja lá o que isso for!

Enfim miguxo, ainda não temos todo o respeito e reconhecimento de direitos que queremos, mas temos incrivelmente mais do que tínhamos há uns 10 anos atrás.

Um brinde ao futuro!

Cidadania para gays e lésbicas : Reconhecimento de união perante o INSS e Criação de conselho de Direitos LGTB

Deu no Vi o Mundo

 Toni Reis:”Passos a mais na conquista da cidadania plena da comunidade LGBT”

por Conceição Lemes
Nesse 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, o movimento de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais no Brasil teve duas ótimas notícias.
Primeira, a criação do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, ou Conselho Nacional LGTB. A íntegra do Decreto nº 7388, assinado pelo presidente Lula e o ministro Paulo Vannuchi, da Secretaria de Direitos Humanos, está AQUI . O Conselho tem por finalidade formular e propor diretrizes governamentais destinadas a combater a discriminação e a promover a defesa dos direitos da comunidade LGTB.
Segunda, a portaria do Ministério da Previdência Social, reconhecendo oficialmente  a união estável entre pessoas do mesmo sexo.
Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT), comenta  para o Viomundo as duas vitórias.

Viomundo — O que representam a criação do Conselho Nacional LGBT e o reconhecimento pela Previdência da união estável entre homossexuais?
Toni Reis — Representam um passo a mais na conquista da cidadania plena da comunidade LGBT. Representam o cumprimento dos artigos terceiro e quinto da constituição federal, que estabelecem que no Brasil todos são iguais perante a lei e não haverá discriminação de qualquer natureza.

Viomundo  –  Há quanto tempo batalham por isso?
Toni Reis – Em 1995, fundamos a ABGLT. Desde então, permanentemente, estamos em diálogos, reuniões e audiências com as autoridades competentes para que nossos direitos de cidadania sejam respeitados. Felizmente, o presidente Lula, o ministro Vannuchi e toda a sua equipe têm nos ouvido e, mesmo com a burocracia do estado, estamos evoluindo a passos largos. Eles demonstram sensibilidade política em relação à comunidade LGTB, que tem sofrido muitos ataques.

Viomundo  — Qual será primeira batalhado Conselho Nacional LGTB?
Toni Reis – O principal papel do Conselho Nacional LGBT  será fazer o controle social das políticas públicas para LGBT no Brasil. Principalmente avaliar, monitorar e fiscalizar as 166 ações e 51 diretrizes do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de LGBT. Também cobrar e incentivar as 27 unidades da federação a terem políticas públicas, assim como os mais de 5.000 municípios brasileiros.

Viomundo – Desde 2000, a Previdência Social, por força de uma liminar concedida pela Justiça Federal do Rio Grande do Sul, assegura aos casais homossexuais os mesmos benefícios previdenciários concedidos os casais heterossexuais. A portaria oficializa o que já ocorre na prática?
Toni Reis – Sim. Só que até então os interessados tinham de entrar na Justiça para obter o que têm direito. Agora, com a portaria publicada na semana passada pelo ministro da Previdência Social, Carlos Eduardo Gabas, isso não será mais necessário. Os casais homossexuais passam a ter seus direitos reconhecidos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no que se refere à concessão de benefícios. A portaria determina que o INSS adote as providências necessárias para que a legislação previdenciária abranja o reconhecimento da união estável entre pessoas do mesmo sexo.
Uma vez comprovada a união estável, os casais homossexuais têm direito a todos os benefícios da legislação previdenciária.

Viomundo – A deputada federal Maria do Rosário (PT-RS) estará à frente da Secretaria Nacional de Direitos Humanos no governo da presidente Dilma Rousseff. Qual a expectativa de vocês?
Toni Reis -- Esperamos que a futura ministra dê continuidade às políticas iniciadas no governo Lula e que possamos num futuro próximo diminuir o estigma, o preconceito, a discriminação e a violência contra as pessoas LGBT.

12 de dez. de 2010

Ciência cria filho à partir de dois machos

Deu na Folha on-line
09/12/2010 - 14h35

Norte-americanos criam camundongo a partir de dois machos

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DA FRANCE PRESSE
Uma técnica que pode ajudar a recriar espécies ameaçadas de extinção ou garantir a reprodução de descendentes por casais do mesmo sexo está em desenvolvimento nos Estados Unidos.
A pesquisa, publicada no jornal "Biology of Reproduction" nesta quarta-feira, mostra como cientistas do Texas manipularam células de um feto de camundongo macho (XY) para reproduzir uma cadeia de células-tronco pluripotentes.
Polivantes e capazes de se transformar em outros tecidos, as pluripotentes são vistas como uma alternativa ao uso das células-tronco embrionárias, cuja extração gera polêmica.
O estudo, contudo, alerta para o fato de que a técnica ainda tem um longo caminho a percorrer para ser aplicada em seres humanos.
"A geração de células-tronco pluripotentes ainda requer um refinamento significativo para uso de propósitos terapêuticos", menciona o texto.
Pesquisas anteriores já encontraram meios de criar camundongos sem qualquer progenitor, assim como a partir de duas mães.


E aeh meeega, ki tal? Vai realizar o suónho de mãe?

9 de dez. de 2010

Mãe apoia filho que se veste como mulher. E você?

Deu na Revista Época


Cheryl Kilodavis era uma mãe americana comum. Até que seu filho Dyson, de 5 anos, começou a manifestar frequentemente a vontade de usar roupas femininas. O gosto peculiar para um garoto já era uma característica de Dyson: desde os 2 anos, tudo o que era brilhante e cor-de-rosa despertava seu interesse. Cheryl resolveu encorajar a atitude do filho e escreveu o livro “My Princess Boy” (algo como “Meu Garoto Princesa”), que conta a história de um menino que, assim como Dyson, usa roupas femininas.

O livro, publicado de maneira independente, começou a ser usado na escola de Dyson, em Seattle, como uma cartilha antibullying. Fez tanto sucesso que ganhará este mês uma edição da Simon & Schuster, uma grande editora americana. O caso de Dyson parece ímpar porque o menino se veste de princesa, com tules, babados e brilhos, e sai por aí. Não só no Halloween, como aconteceu com Boo, o menino americano que se vestiu de Daphne, a personagem do Scooby Doo, na festa de Halloween da escola (e que também recebeu apoio dos pais).

Capa do livro "My Princess Boy"

Os pais de Dyson enfrentaram reações negativas. Algumas pessoas disseram que bateriam no filho se ele quisesse sair de bailarina por aí. Há quem diga que Cheryl e o marido, Dean, estariam prejudicando a masculinidade de Dyson. Mas o que isso significa? Para começar, ninguém se torna homossexual. Muito menos por usar rosa ou qualquer outra cor ou vestimenta que as convenções sociais determinaram como femininas. Ou, por acaso, as mulheres se tornaram homossexuais depois que começaram a usar calça, considerada por séculos uma peça exclusivamente masculina? A Martha já escreveu aqui no blog sobre a ditadura do rosa para as meninas . Afinal de contas, por que menina usa rosa e menino usa azul? E gostar de rosa faz alguém gay por que a sociedade decidiu que rosa é cor de menina? Pensando bem, esquisito é acharmos isso normal, e não Dyson gostar dessa cor. A mãe dele entendeu direitinho. “Eu sei que as escolhas dele não têm nada a ver com definição de gênero. Diz respeito apenas ao o que ele acha bonito.”
Mesmo os especialistas não acreditam que haja uma relação entre as preferências mostradas por crianças e a orientação sexual delas. Não se pode extrapolar um comportamento presente, que pode ser influenciado pela presença de irmãs ou amigas, por exemplo, para toda uma vida. No caso do menino Boo, que se vestiu de Daphne, uma amiga da irmã dele usou a mesma fantasia. E aí se ele quis copiar? Eu sou a única menina da família. Cresci com os joelhos esfolados de tanto jogar bola e andar de bicicleta, achava muito mais legal brincar de carrinho e não entendia por que meu irmão e meus primos podiam ficar sem camisa e eu não. Achava uma injustiça. Hoje adoro cor-de-rosa e me acho muito mais sortuda do que os meninos porque tenho a possibilidade de comprar uma infinidade de roupas. É claro que exemplos anedóticos não têm nenhuma validade científica – e os pesquisadores dizem que ainda hoje não há estudos confiáveis capazes de relacionar as preferências infantis à orientação sexual futura. Mas, vamos supor que Dyson e outros meninos que gostam de fantasias de menina sejam gays, qual é o problema? Deveriam os pais bater nos filhos, como sugeriram alguns bárbaros aos pais de Dyson, para “corrigir o problema”? É caso de cadeia dupla: por preconceito e violência.
Só temos a ganhar com crianças como Dyson e com pais como o dele. Será que os coleguinhas de Dyson não vão crescer e se tornar uma geração que acha que não tem nada demais menino usar rosa e roupa de princesa, seja pelo motivo que for?

7 de dez. de 2010

Defensores da “liberdade”

Laertevisão

Meu 1o namoro acabou há um tempo, mas sem fossa (eu que dei o pé!). Agora q eu sou poota e ninguém vai me segurar, preciso de um conselho. Se eu ficar 1 semana sem dar, fico virgem de novo e ngm merece isso. Posso apelar pro vibrador? PS: Amo seu blog!

Oi? Ameeegga, nem se você der todos os doces de Cosme e Damião, ou fizer a procissão de Santo Amaro, dançando “Like a Virgin” seu edi voltará a ser o que era! Tá pensando o que?
Var fazer a “Ângela” e reconstituir a virgidade, é? Bem, ela pra fazer isso entrou na faca.
Mas aqueee, cai na real, deu ta dado! E como asseeemmm Pooota? Pooota Virgem, não cola, néah!?
Bem, meu conselho pra você é muito juízo, muita camisinha, muito KY e muita chuca, viu!?
Quanto consolo, eu tenho um, o “Chuck, brinquedo assassino”, “Garotinho” para os íntimos!
Mas cê sabe NE, Chuck só quer saber de botar no edi, num rola nem um afeto afeto antes!

Mas pra quem quer se F... tá valendo néah! Acho que vou lançá-lo como candidato às eleições suplementares em Campos!

Vai ser sucesso!

6 de dez. de 2010

5ª Reunião do Grupo de Discussão LGBTT‏ em Campos

Caros companheiros de luta e debate,

No dia 14 de dezembro de 2010, às 18 horas, na CDL Campos (sala Fenícia), será realizada a quinta reunião do grupo de discussão para a articulação do movimento LGBTT no município de Campos dos Goytacazes; afim de que se possa construir um projeto de luta pelos direitos LGBTT (acrônimo de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros) e contra a homofobia, transfobia e lesbofobia.
Conforme sugerido pelo grupo no quarto encontro, faremos uma discussão do texto de Joan Scott ( Gênero: uma categoria útil de análise histórica )
Contamos com a presença de todos.
Atenciosamente,
Grupo de Discussão.

5 de dez. de 2010

Violência contra Homossexuais – Por Drauzio Varella

São Paulo, sábado, 04 de dezembro de 2010
DRAUZIO VARELLA
Violência contra homossexuais

Negar direitos a casais do mesmo sexo é imposição que vai contra princípios elementares de justiça

A HOMOSSEXUALIDADE é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.
Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência a mulheres e a homens homossexuais. Apesar de tal constatação, esse comportamento ainda é chamado de antinatural.
Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (leia-se Deus) criou os órgãos sexuais para a procriação; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).
Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?
Se a homossexualidade fosse apenas uma perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.
Em alguma fase da vida de virtualmente todas as espécies de pássaros, ocorrem interações homossexuais que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.
Comportamento homossexual foi documentado em fêmeas e machos de ao menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.
A homossexualidade entre primatas não humanos está fartamente documentada na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no "Journal of Animal Behaviour" um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre os machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.
Masturbação mútua e penetração anal estão no repertório sexual de todos os primatas já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.
Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas.
Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por mero capricho. Quer dizer, num belo dia, pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas, como sou sem-vergonha, prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.
Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.
A sexualidade não admite opções, simplesmente se impõe. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.
Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países o fazem com o racismo.
Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais que procurem no âmago das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal aceitam a alheia com respeito e naturalidade.
Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.
Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.
Afinal, caro leitor, a menos que suas noites sejam atormentadas por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu por 30 anos?

Drauzio Varella é um dos grandes humanistas do nosso Brasil! Palmas para ele!

3 de dez. de 2010

Militar expulso das forças armadas dos EUA após declarar ser Gay

Expulso após declarar ser gay, militar dos EUA que lutou no Iraque vira ativista

Do Uol
CRISTINA FIBE
DE NOVA YORK

Californiano de origem coreana, Dan Choi entrou para a academia militar de West Point aos 17 anos, em 1998. Entre 2006 e 2007, serviu na Guerra do Iraque escondendo de todos o fato de ser gay. Após conhecer o primeiro namorado e contar aos pais, virou ativista contra a política do "don't ask, don't tell" ("não pergunte, não conte") imposta aos militares. Uma aparição no programa de TV "The Rachel Maddow Show", no qual declarou ser gay, fez com que o Exército o expulsasse.

Meu pai fez parte do Exército coreano, e minha mãe é órfã da Guerra da Coreia. Quando estávamos crescendo, nos EUA, eles diziam que defender o país é algo muito importante.
Meu pai sempre disse que você deve servir a algo maior. O que realmente quis dizer foi "se não servir no Exército, não é homem".
Aos 17 anos, me inscrevi para todas aquelas escolas [militares]. Soube muito cedo que havia passado em West Point.
Arquivo pessoal
Dan Choi, no Iraque, em julho de 2007, antes de revelar ser gay num programa de TV dos EUA e ser expulso do Exército
Dan Choi, no Iraque, em julho de 2007, antes de revelar ser gay num programa de TV dos EUA e ser expulso do Exército
Eu sabia que era gay, sabia também que era da Califórnia, asiático -- por todas as razões, eu seria diferente. Me perguntam por que fui a West Point sendo gay, e eu digo que a única coisa que passava pela minha cabeça era o fato de ser asiático.
Meu pai é pastor evangélico, e não falamos sobre essas questões nas famílias coreanas. Meus pais nem sabem palavras para "gay" ou "don't ask don't tell" (não pergunte, não conte).
Sempre achei que fosse uma fase, pensava que era um pecado e que precisava mudar. Talvez rezando, saindo com todas as garotas, me "curasse". Pensava que talvez não fosse masculino o suficiente. Se entrasse para o Exército, jogasse futebol, não seria gay.
Eu não falava sobre o assunto. As pessoas eram expulsas por causa do "don't ask, don't tell"; alguém vinha me contar, e eu não queria ouvir. Agora sei que havia tantos gays em West Point... E perdi todas as festas!
Eles estavam dando festas, saindo com homens, fazendo tudo isso secretamente. Como fiquei tão de fora? Estava tão focado em estudar árabe... Tinha de ser o melhor, não tinha tempo para sair com ninguém.
GUERRA
No Iraque [a partir de 2006], ficou mais e mais difícil ficar em silêncio, porque você está em situações de vida ou morte. Parte de mim estava tão triste por não poder viver a minha vida, que pensei: "talvez fosse bom se eu morresse aqui".
Os gays mais velhos falam sobre Aids e dizem aos gays mais jovens: "Você não sabe como é"; falam nos amigos que perderam, sobre o medo de tocar no assunto... É como me sinto com a guerra e o "don't ask, don't tell".
Mas fui muito feliz no Iraque em alguns momentos. Sentia que as pessoas precisavam de mim lá, por falar árabe. Voltei no fim de 2007, e, em 2008, conheci o meu namorado. No fim de 2008, início de 2009, decidi contar aos meus pais.
A primeira coisa que fiz depois disso foi entrar para o grupo de veteranos gays. Passei a conhecer pessoas, e foi incrível ver que existiam, que se casavam, tinham filhos... Especialmente para gays suicidas, ver outras pessoas virem a público é muito poderoso.
Depois que fundamos o grupo de West Point [Knights Out, que reúne ex-alunos da academia em favor da causa gay], tivemos muita exposição. Três meses depois de contar aos meus pais, estava na TV falando sobre ser gay e ainda estava servindo.
Fui processado, houve uma rápida investigação, e acharam o programa suficiente para me expulsar.
Tive de depor, e disseram: "A única coisa que pode fazer para ser inocente é dizer que não é gay. Se disser que é gay, é culpado".
E eu disse: "Sou gay! Não vou mentir para vocês. Aqui fora vocês têm um pôster que diz "não deixe nenhum soldado para trás". E todos os soldados gays? Estou fazendo o trabalho de vocês, dizendo a eles que não estão sozinhos!".
Em julho, me expulsaram. Os papéis de exoneração foram mandados para os meus pais, e estou tecnicamente sem teto, sem falar com eles. Descobri um mês depois.

1 de dez. de 2010

tem sauna em campos?

Hummm, ameeega, tem sim! Embora a sauna já tenha sido frequentanda por uma de nossas "ex-prefeitas" (como já contei aqui), não é nada comparável às saunas do Rio de ou de São Paulo.
E tipo, low profile, ok? Tirando uma que é assumidamente gay, as outras, embora sejam algo entre 98% e 99% gays, são saunas "no armário".

O caminho das pedras (ou do vapor, como preferir) você encontra aqui: http://camposdosgaytacazes.blogspot.com/2010/07/sauna.html

Muito calor pra você honey! Aproveita pra se depilar, que nem o Jair Bolsonaro! Fica óteeeemo!

29 de nov. de 2010

Casas Populares para GAYS !


 
do  lost und found in translation


Num primeiro instante, achei óonn: primeiro condomínio fechado da casas populares GLS em Suzano (Mas nao teria mais mercado em Campinas, hein?). Aí, a reflexão: árvores de amora e ameixa em frente a cada casa, why?! Mais gay do que isso só plantando... lichia e pitaya! Acharia digno! Depois, a revolta: porra, 48,50m²?! Sacanagy com as bees: onde vai ter espaco para os boxes com as temporadas completas que todo viado tem que ter (you know, the essentials: Sex and the City para os momentos buaaaaá-eu-vi-ele-beijando-aquela-bicha-uó-no-cantinho-da-buati, Queers as Folk para se inspirar no Brian antes de cair no perigón, Will&Grace para assistir junto com a amiga fag hag...)?! E os poodles? (apesar de que poodle is so 1998: golden retriever parece ser o new gay dog, néam? Acho escroto: poodle É gay por essencia - afinal dá para imaginar o conceito de poodle macho? Golden retriever é simplesmente hetero demais... Poodle é Priscilla The Queen of Desert. O máximo que um golden retriever consegue ser... é Brokeback Mountain, e olhe lá!). E por último, invejinha business: no dia em que puder assinar profissionalmente o meu nome no estilao que Douglas Drumond  fez (com direito a fundo com fotinho tipo business bitch), cheguei no topo.

Acho o conceito do produto válido. Afinal todo mundo sempre fala de mercado gay, pink money... mas alguém já tinha visto mesmo uma aplicacao prática desse conceito? Quase sempre fica naqueles produtos voltados para o ideal do Viado Personnalité (you know: viado tipo Anderson Cooper, advogado/publicitário/analista, 30-40 anos, morador dos Jardins em SP/ Ipanema-Leblon no Rio, viaja ao exterior 3 ou 4 vezes por ano, com ao menos uma camisa Abercombrie&Fitch no guarda-roupa, tem/teve/ja pensou em ter um Fiat Stilo na garagem...), o que assume proporcoes ainda mais surreais e fora-da-realidade em uma sociedade desigual e em desenvolvimento como a nossa. Qual a porcentagem de gays que efetivamente podem ser considerados como público-alvo de produtos como "cruzeiro gay" ou "cartao-VIP-de-loja-de-grife-que-todas-as-bees-adoram"? E o pessoal que fica de fora dessa classificacao: é ou nao é um mercado pedindo para ser explorado?


But at the same time... condomínio fechado GLS? É isso que a gente quer mesmo?

Complicado...

27 de nov. de 2010

Ti-Ti-Ti! Gays na Novela !

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Gente, que LOVE !!! Coisa linda ! Amei !

23 de nov. de 2010

Beleza, é FESTA!

DIA 27 DE NOVEMBRO A REVERSE PARTY VEM DETONANDO NO HIPODROMO DO JOCKEY CLUBE DE CAMPOS ...
REVERSE_PARTY_NOVEMBRO_27














JA ESTÃO À VENDA INGRESSOS EM CLAUDIO CABELEREIRO NO OUVIDOR PLAY CENTER...
A NOITE DO DIA 27 SERA TUDO DE BOM,  SERÃO 2 AMBIENTES DE PURO PRAZER PARA TODOS OS GOSTOS: NO TERREO O GRUPO 100%DIFERENTE MANDANDO VER NO PAGODE E SAMBA! E NO SALAO NOBRE DO JOCKEY CLUBE OS MELHORES DJ'S DETONANDO AS MELHORES BALADAS ATE O AMANHECER.

NAO FIQUE FORA DESSA POIS A FESTA PROMETE!

21 de nov. de 2010

Estudo relaciona HOMOFOBIA à HOMOSSEXUALIDADE REPRIMIDA.

Bem, eu sempre disse prazamiga: “Todo ódio extremo esconde secretas afinidades”
Afinal, quem está seguro quanto à sua orientação sexual não tem nenhum motivo para se sentir ameaçado pela orientação sexual alheia.
Então o comportamento homofóbico, como mostra o estudo abaixo, está relacionado às dificuldades de aceitação da própria sexualidade, dos próprios desejos. Quem não está satisfeito com sua vida sexual e vive se reprimindo, não consegue aceitar quem vive bem com sua sexualidade.

Video mostra a verdade sobre a agressão sofrida por gays na Av. Paulista.

Vejam só a que ponto chegamos: gays são agredidos na rua, os responsáveis são presos, e como justificativa para a agressão afirmam que só agrediram por que teriam sido paquerados pelos gays. É o velho recurso de por a culpa na vítima.
Isto é um absurdo por dois motivos: 1º – Mesmo que fosse verdade, jamais justificaria qualquer tipo de agressão. 2º – É pura mentira! É o que pode ser verificado do vídeo retirado de uma câmera de segurança.

18 de nov. de 2010

Aos que são do contra: o casamento gay e outras merdas…

Hi Honey! Segue aqui um vídeo impagável, hilário, da comediante americana Wanda Sykes… confiram!

Saindo do armário cedo!

Gente, uma boa notícia!

As amigues já não esperam dar mofo e bolor dentro armário para sair de dentro dele. Gays se assumem cada vez mais cedo. Particularmente acho isso ótimo, significa que a pessoa passa a conviver melhor com sua sexualidade e não passa anos à fio negando sua sexualidade!

do Cena G
17/11/2010
Segundo pesquisa, gays e lésbicas estão se assumindo mais cedo

Uma pesquisa realizada pela fundação britânica Stonewall constatou que a idade média para gays e lésbicas se assumirem caiu drasticamente nos últimos 20 anos.

Enquanto a idade média em que pessoas com 60 anos saíram do armário é de 37 anos, esse número cai para 21 quando a faixa etária passa para os “trintões” e para 15 quando se trata dos jovens de 20 anos.

Para Ruth Hunt, coordenadora da pesquisa, que contou com a participação de 1536 pessoas ao redor do mundo, o estudo mostra uma tendência encorajadora àqueles que ainda tem medo de se assumir.

Aproveitando o momento de discussão mundial do bullying, Hunt destacou a importância da escola na luta contra o preconceito.

16 de nov. de 2010

Veado é cagão?

Do Blog do Favre

ELIANE TRINDADE – FOLHA SP

DE SÃO PAULO

Militante dos diretos dos homossexuais, o escritor João Silvério Trevisan, 66, credita os recorrentes episódios de homofobia a uma ideologia de que “veado é para matar”.

Folha – Como se explicam episódios recorrentes de homofobia em meio a avanços de direitos dos homossexuais?
João Silvério Trevisan –
Há um descompasso entre o que é prometido por leis ou por políticas públicas e o que, de fato, acontece.

Qual é a consequência?Não por acaso, temos a maior parada gay do planeta, em São Paulo, e convivemos com esse tipo de atitude de pessoas que se julgam impunes e pensam: “veado” é para matar. É o subtexto.

Os homossexuais reagem?Há uma profunda despolitização da sociedade homossexual quanto aos seus direitos. A comunidade gay tem dificuldade para reagir. É assustadora a maneira como as pessoas fogem, como se aceitassem que merecem ser punidas por serem homossexuais. É um outro lado muito triste dessas agressões. A reação está à altura daquilo que os atacantes esperam: ou seja, que “veado” é “cagão”.

15 de nov. de 2010

GlOSS… ario

Aeh, aposto que NINGUÉM ia imaginar que  uma instituição de ensino CATÓLICA, isso mesmo, CATÓLICA, ia produzir um vídeo desses !!!!!
LUSHO, BAFHO, DYGNO !

13 de nov. de 2010

DENÚNCIA: Motel de Campos discrimina gays!


Maçaneta

Bem, amigos, somos cidadãos, trabalhamos, pagamos nossos impostos, votamos, não agredimos nem ofendemos ninguém, apenas queremos ser respeitados por aquilos que somos e é inaceitável que nos tratem como cidadãos de segunda categoria!
Mas, infelizmente, recebi hoje, aqui nos comentários do post anterior deste blog, uma reclamação de um fato que parece ser coisa do século passado! Leiam:
Vou escrever aqui a minha indignação e um caso no mínimo constrangedor, eu e meu namorado, resolvemos ir a um motel, e resolvemos bater ponto no de sempre, o alcazar, sim vou falar o nome. Chegando lá, achei a recepção do cara um pouco estranha, olhou bem dentro do carro e em seguida saiu da cabine pra me dar o seguinte recado, " o patrão não está mais aceitando a entrada de dois raSpazes"- sim ele falou assim, fiquei sem reação na hora, e ele pediu desculpa. Não quis discutir com ele ou saber o motivo, pois percebi que o cara não tinha a manha com as palavras. Gostaria de saber se alguém tem ideia do que aconteceu lá dentro, pra eles proibirem de uma hora pra outra, ou se o dono está realmente com preconceito. O último lugar que eu pensava em ser recriminado era na entrada de um motel. Depois disso, rimos da situação, mas mesmo assim.. bastante desagradável!
Eu mesmo já fui a esse motel e nunca passei por isso, mas se os donos do motel decidiram mudar de atitude isso é deplorável! Um retrocesso!
Mas me permita discordar de uma coisa: Você pergunta se alguém tem idéia do aconteceu lá dentro, mas, a verdade é que, neste caso, pouco importa o que possa ter acontecido lá dentro.  Tenho certeza que não deve ter acontecido nada que não aconteça também com casais heteros. Enfim, de um jeito ou de outro é preconceito puro.
Aí vem aquelas pessoas com um papo: “Eu respeito gays, não sou preconceituoso, mas tenho o direito de não querê-los perto de mim”. Aff... É rigorosamente a mesma coisa que acontecia com Negros antes de criminalizarem o racismo!! É preconceito puro, na veia. E o preconceito em sua versão mais forte, nunca é visto como tal por quem discrimina.
Agora, queridos, se isso aconteceu com vocês, tenham ciência de que vocês tiveram seus direitos violados  e existe uma lei no Estado do Rio de janeiro, que pune com multas e outras penalidades estabelecimentos que discriminam gays.
Não se esqueçam, denunciem!
Disque Cidadania LBT – Tel.: 0800 0234567, 24 horas por dia, para denúncias e atendimento às vítimas de violência e discriminação. (leia mais)

Giane gosta de que?

Menina, o bafho da semana foi o Giane fazendo propaganda pra Pintos!
Gianecchini assume do que gosta: Pintos (http://camposdosgaytacazes.blogspot.com/2010/11/gianecchini-assume-do-que-gosta-pintos.html)

12 de nov. de 2010

Transexual concorre à vaga de ministra do Supremo Tribunal - Asho Dygno!

Infelizmente miguxas, é no Supremo Tribunal da Venezuela. Jah imaginou fosse aqui, babadão, Bafão total!

Gente, agora, sente o poder da mona! Advogada, Doutora em Direito pela Universidade Paris,  e professora universitária! Morri! É muito  LOOOSSSHHOO!

Amei! Mega, maxi, hiper DYGNO!


Deu no G1

Advogada transexual tenta uma vaga em tribunal máximo da Venezuela

Tamara Adrián chegou à terceira etapa de seleção para 19 vagas do TSJ.
Transexuais são vulneráveis em seu país como são no Brasil, disse ao G1.

Amauri Arrais Do G1, em São Paulo
Tamara Adrián, de 56 anos, é advogada com doutorado na universidade francesa de Paris II e professora há quase 30 anos das duas principais universidades da Venezuela. A candidatura dela a uma das cadeiras do Tribunal Supremo de Justiça, a mais alta corte do país, não seria nenhuma surpresa, não fosse ela transexual e lésbica.

Para a advogada, também ativista de direitos humanos, sua candidatura propõe ao tribunal um “dilema”. “Se usassem critérios absolutamente objetivos, eu poderia ser qualificada”, diz. Mas ela acredita que as chances são mínimas, diante de uma Assembleia Nacional que qualifica de “homolesbotransfóbica” e sua postura “politicamente independente”.
A advogada e professora venezuelana Tamara Adrián no seu escritório, em Caracas 
A advogada e professora venezuelana Tamara Adrián no seu escritório, em Caracas (Foto: Arquivo pessoal)


“Nunca fiz parte de partido político, sou uma pessoa de esquerda de formação, creio na liberdade humana e defendo os direitos humanos. Em consequência, não estou dentro do perfil que se quer ter no tribunal supremo, que é evidentemente de pessoas submissas”, disse ao G1.
Não me sinto muito diferente do que sempre fui. Não foi um processo fácil, mas nada é fácil quando se vai contra a corrente hegemônica em qualquer âmbito da vida"
Tamara Adrián, advogada e professora transexual
A advogada é um dos 404 candidatos que postulam uma das 9 novas vagas de titulares e 32 suplentes no STJ (equivalente ao STF brasileiro) para um período de 12 anos. Feita a pré-seleção pelo tribunal, os candidatos serão designados pela Assembleia Nacional, de maioria chavista, até o próximo dia 20.

“A seleção é fechada, não sei como são os critérios. Não é um processo aberto, transparente, público”, reclama Tamara, que chegou à terceira etapa do processo, de entrevistas.

A cirurgia para mudança de sexo, não permitida na Venezuela, ocorreu há “três ou quatro anos”, desconversa a advogada, que considera ser mais importante usar as palavras “transexual” e “lésbica” como categorias políticas para reivindicação de direitos. “Não me sinto muito diferente do que sempre fui. Não foi um processo fácil, mas nada é fácil quando se vai contra a corrente hegemônica em qualquer âmbito da vida.”

No dia-a-dia, diz não sofrer mais preconceito. “Na verdade, o respaldo que tenho hoje não é somente de pessoas lésbicas, gays e transexuais, mas da comunidade de advogados e da comunidade em geral que me vê como alguém fiel a seus pensamentos e suficientemente independente para me realizar como pessoa”, afirma.
A advogada durante condecoração por seu trabalho em defesa dos direitos humanos 
A advogada durante condecoração por seu trabalho em defesa dos
direitos humanos (Foto: Arquivo pessoal)
Ela reconhece, no entanto, que esta não é a situação da maioria das pessoas que se submetem à mudança de sexo, sobretudo no país em que, afirma, “não existe nenhuma forma de reconhecimento de identidade das pessoas transexuais”.

Na Venezuela, é possível trocar o nome na cédula de identidade, mas o documento anterior não é anulado e deve ser exibido ao lado do novo. Além disso, documentos anteriores à mudança de gênero, como diplomas e outros títulos, permanecem com o antigo nome.

“O que não é um princípio de igualdade, porque quando a pessoa vai procurar trabalho tem que explicar porque esse diploma que diz ‘Maria’ é na verdade de ‘Pedro’ e, obviamente, cria-se uma situação de discriminação tácita”, diz a advogada, ela própria vítima da regra que impõe que concorra à vaga no STJ como Tomáz, seu nome antigo.

Brasil
Ativista de direitos humanos, Tamara Adrián diz não ver diferença de tratamento a transexuais entre a Venezuela e o Brasil, onde esteve quatro vezes a convite para participar de seminários a convite do Ministério da Saúde e entidades de defesa de homossexuais.

“Todos os estudos já realizados demonstram que o grupo mais vulnerável que existe são os transexuais. Não me refiro apenas à identidade sexual, mas à violação de direitos humanos. Não há muita diferença dos refugiados e apátridas. Inclusive tem um elemento em comum: sem identidade, ambos [os grupos] estão em uma espécie de limbo e não podem trabalhar, estudar, acessar serviços de saúde ou circular livremente.



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