1 de jun. de 2011
Kit contra Homofobia: "Alunos querem discutir diversidade sexual", diz professora transexual
28 de mai. de 2011
Divisão Gay da Polícia combate crimes homofóbicos!
Na Alemanha, né!? Rs !
Na Alemanha, divisão gay da polícia, composta por homossexuais, ajuda a combater os crimes homofóbicos
Proposta de Jair Bolsonaro, que sugeriu criar 'batalhão gay' no Rio de Janeiro, foi levada a sério em Berlim e se espalhou por oito estados alemães
Luciana Rangel, de Berlim
Policiais da Vespol em Berlim: grupo tem atuação semelhante aos demais agentes, mas é a referência para casos em que há motivação homofóbica no crime (Divulgação/Vespol)
Vespol, criada em 1995, foi fundada por problemas internos enfrentados pelos policiais homossexuais
"Eu sou gay e isso é bom". Com esta frase, o atual prefeito de Berlim, Klaus Wowereit, declarou em 2001 sua homossexualidade em plena campanha eleitoral. E venceu. Wowereit está cotado para ser próximo candidato a chanceler pelo SPD (Partido Social Democrata), uma prova de que sua força política não se abalou – ou talvez tenha até se beneficiado – com o fato de assumir publicamente sua opção sexual. Àquela altura, no entanto, não se pode dizer que a atitude do político, apesar de corajosa, tenha sido uma ruptura radical nas instituições alemãs.
Antes de Wowereit 'sair do armário', os policiais de Berlim já haviam criado a Vespol, Associação de Policiais Gays e Lésbicas da Alemanha, tornando-se pioneiros do coming out nas instituições do país.
É certo que entre o alcaide berlinense e o deputado federal brasileiro Jair Bolsonaro, do PP do Rio de Janeiro, há bem mais que um Oceano Atlântico de distância. Mas aos olhos de quem se acostumou a ver com naturalidade policiais assumidamente homossexuais, reunidos em um grupamento dedicado a combater a homofobia, a ironia da proposta desta semana de Bolsonaro – que sugeriu a criação de um batalhão gay no Rio – oscila entre a graça e a defesa radical da diversidade. Para o deputado brasileiro 'arrancar os esmaltes de raiva', em Berlim a coisa deu certo.
Divulgação/Vespol
Marcus Hentschel, da Vespol: "Os homossexuais, quando procuravam a polícia, não eram levados a sério"
A Vespol, criada em 1995, foi
fundada por problemas internos enfrentados pelos policiais homossexuais. "No relatório anual foi declarado que em determinado batalhão não havia gays, o que era falso. Isso causou incômodo em todos os homossexuais. Foi marcada, então, uma reunião para discutir o assunto", conta o policial e um dos diretores da Vespol Alemanha, Marcus Hentschel.
O tema que era tabu reuniu a princípio 20 policiais. Hoje, só em Berlim os assumidos e militantes são mais de mil. A organização tem representantes em oito estados alemães e funciona como uma espécie de delegacia para homossexuais. Os policiais que nela trabalham executam tarefas iguais a de todos os outros, mas são chamados quando há violência contra um homossexual e desenvolvem programas preventivos nas ruas e contra a homofobia.
Guardadas as diferenças entre Alemanha e Brasil – e as nuances de mentalidade entre capitais e pequenas cidades em um país de dimensões continentais – a Vespol tem muito a ensinar. Segundo Hentschel, o grande problema que a associação enfrenta é a falta de estatísticas. "Ele apanhou porque é homossexual ou por outro motivo? Esta pergunta dificilmente é respondida nas atas policiais, o que dificulta nossa avaliação e captação de recursos. Crimes contra homossexuais e minorias precisam ser corretamente registrados para que tenhamos mais informações para combatê-los“, diz o policial.
Apesar da especialização no combate à homofobia e nos avanços que a Vespol tem obtido, Hentschel também explica que fica difícil avaliar se a violência contra homossexuais diminuiu ou não. "Difícil dizer. É uma violência que se sente mas que não se registra. E é nisso que nos debruçamos agora, em números para que possamos trabalhar melhor nossas campanhas.“
Divulgação/Vespol
Policiais femininas da Vespol: gays e lésbicas que sofriam preconceito dentro da polícia se reuniram para criar a nova divisão
Em relação à campanha brasileira contra a homofobia, Hentschel considera a iniciativa positiva, mas acredita que ela, sozinha, não basta. Uma das chaves para a mudança, acredita ele, está no trabalho que envolve cidadão e polícia. "Os homossexuais precisam aprender a procurar ajuda, a denunciar. Para isso estamos aqui, mas leva tempo para que o cidadão aprenda a usar o serviço.“
A experiência com a criação de unidades especiais, e com a postura assumida dos agentes que se declararam homossexuais, criou, na Alemanha, um ambiente mais favorável à denúncia. "Os homossexuais quando procuravam a polícia eram discriminados e não eram levados a sério. Criava-se uma distorção nos registros oficiais: não se registrava e, portanto, não havia a vítima. Logo, não havia o crime. O resultado é que não existiam recursos para combater um crime que, formalmente, não acontece“, explica ele.
Marcus Hentschel entrou para o curso preparatório da polícia e no meio do processo se descobriu homossexual. A princípio, não quis falar de sua escolha para ninguém, até ouvir comentários desnecessários de colegas. Pesquisando na internet por algum tipo de apoio, descobriu a existência da Vespol, onde hoje atua como parte da diretoria. Aos 34 anos, casado com um também policial e associado à Vespol, Hentschel percebe que há mais tolerância hoje do que há 16 anos, quando a instituição começou. "Há mais aceitação, e a divisão passou a acumular experiência e conhecimento no tratamento de todo tipo de assédio. A mensagem é clara: não precisa gostar do fato de eu ser homossexual, mas precisa respeitar“.
Fonte: Veja (juro que foi sem querer!)
25 de mai. de 2011
10 destinos gays!
Tire do armário: 10 luas-de-mel GLS
Turista Profissional comemora a goleada de 10 a 0 na sessão do STF que legalizou as uniões homoafetivas no Brasil
24 de mai. de 2011
Asho Dygno: Preta Gil recebe homenagem na Câmara de Vereadores do Rio
A cantora Preta Gil chora durante cerimônia em que recebeu a medalha de mérito Pedro Ernesto, na Câmara dos Vereadores do Rio, na tarde desta segunda (23/5/2011). A homenagem, uma iniciativa da deputada Aspásia Camargo (à dir.) e do vereador Leonel Brizola Neto (à esq.), acontece dois meses após o deputado Jair Bolsonaro insinuar que Preta seria promíscua, afirmando ainda que seu filho nunca namoraria uma mulher negra. No plenário, fãs exibiram camisetas de apoio à cantora.
Deu no Uol
Pretinha maravilhosa defensora das mulheres, dos negros, dos gays e lésbicas! Por um país sem preconceitos, essa é uma homenagem mais que merecida!
Viva Preta!
Ps. Todas pro Show da Preta que vai acontecer aqui na Planície!
23 de mai. de 2011
Gays e a Bíblia - por Frei Beto
Lady Gaga: Serah que vai ter eshcursão?
Amigues, a Joice me contou que vai ter Shouw da Lady Gaga!
MÃE MONSTRA
Parece que agora a coisa é séria. Lady Gaga acabou de escrever no seu perfil do Twitter a seguinte frase: "No próximo ano [2012] a The Born This Way Tour vai ao Brasil. É importantíssimo para mim encontrar meus monstrinhos brasileiros. Amo!" Glamurama já está contando os dias e assim que souber mais detalhes conta tudo por aqui, tá?
Pois é, olha soh! em 2012 Lady Gaga vem ao Braseeel !
Ok, ok, ok, eu sei, eu sei ... As monas que passaram pelo processo de cacoorização, que hoje são tias e deeestrebõe conseelhos para as bees novinhas vão dizer que ela nem é isso tudo, que bom mesmo era Madona no início dos anos 80!
Tá, eu sei, a Gaga shega a ser chatinha, cada hora pendurando uma coisa diferenchti na cabeça e dizendo "Ei me fotografem!", mas que cantuóra de hoje é mais ameega dos gays que a gaguinha, hein!? Aqui no Brasil, nem Gaduzão levanta a bandeira! Vê se podche uma coisa dessas!
Então, vamos lá, cheias de gramooour, preshtigiar a fofa da Gaga!
Mas, as bibas campishtas querem saber: Seráh, vai ter show na Pecuária? Vai ter eshcursão saindo de Donana? Jáh puóde enshaiar as coreografhia ? Todas quer dançar!
22 de mai. de 2011
Oi, quais as academias que tem sauna e pode rolar pegação?
Amiga, olha, eu sou da seguinte filohsofia, onde há vapor, homens de toalha e sabonete caindo no chãum, é impossible não ter algoooma pegação!
Então, mais certo quanto dois mais dois sempre dá quatro, se há sauna, se poooblico é excloosivamenchti masculino, o percetooal de probabilidachy de ter um rala é ENORME!
Agora, Academy Sauna Facts:
Já soube de babados nas saunas do Sesi, da Corpo e Energia, e da Estação Saúde...
Então ameega, malhe seu corpitcho, fique lymda, e depois vai dar (Oi!) aquela relaxada no vapor.... Deixa abrir os póros (Ui!) Delíça!
Infelizmentchy, não tenho feito academia, por que o ciroorgião não recomenda isso depois da transgenizalização, néah...
Mas depois que eu ischtiver bouah, volto com todo o vapor !!!
Edyca importante: sempre observe o território com muita calma, não dê passos sem saber onde vai pisar, ok? Nada de ficahr sensualizando sem saber qual é a do bofe, viu!? Senão você corre o rishco de levar um belo dum coió.... Lembre-se sempre: estar nesses loogares, não sygnificah que o cara é gay e nem todos levarão sua investida numa bouá! Então amyga, evite constrangimentos.
Ah, se qualquer quiser deishar seu depoimento básico sobre o babado nas saunas, é só comentar, viu.
21 de mai. de 2011
Tô begem minha genten: Prefeitura de Campos orienta direitos de casais gays!
Deu no Estou procurando o que fazer
Secretaria de Justiça orienta casais homossexuais sobre direitos
Casais homossexuais de Campos que queiram sanar dúvidas sobre os direito de família e sucessões de herança podem buscar apoio na Secretaria de Justiça e Assistência Judiciária da Prefeitura de Campos. De acordo com o secretário da pasta, Gilmar Lemos, a iniciativa de prestar esclarecimentos sobre o tema se dá em função da decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), que concede aos homossexuais os mesmos direitos de casais heterossexuais.
Fonte: Secom
PS: Embora na rádio Diário a prefeita tenha feito coro com seu marido contra o material produzido pelo MEC para a campanha anti-homofobia, não deixa de ser um avanço. De certo a prefeita reconheceu que não só a planície, mas o mundo é mais rosa do que ela e seu marido imaginam.
Obs nº 1 – Garotinho, de olho no eleitorado evangélico, já faz algum tempo adotou um discurso homofóbico, combatendo publicamente a parada gay, as uniões entre gays, e condenando candidatos que a apoiem. Veja aqui: link
Obs nº 2 – Isto foi afirmado em uma nota da Secretaria de comunicação de Campos, daí a gente sabe néah… Entre fazer a propaganda e o serviço funcionar há uma boa diferença. Mas vamos esperar para ver …
20 de mai. de 2011
Comunidade Judaica critica alterações no projeto de Lei de Combate à Homofobia
"A liberdade de expressão não pode ser absoluta. A liberdade de expressão pode entrar em choque com valores da sociedade. Mais uma vez esse conflito, que envolve padres, rabinos, pastores, xeiques. Se podem ou não falar sobre muitos assuntos, essa liberdade não pode ser ilimitada. É preciso tomar cuidado. Sermões e pregações contra homossexuais, judeus, nordestinos... É péssimo, é terrível. É um desafio velho: fomentar a liberdade de expressão e colocar limite. " - disse o rabino Schlesinger.
Deu no O Globo.Comunidade judaica critica proposta de Marta Suplicy que permite ofensas a minorias em cultos
BRASÍLIA - Entidades da comunidade judaica criticaram nesta quinta-feira a proposta da senadora Marta Suplicy (PT-SP) que altera a Lei Afonso Arinos e abre brecha para permitir que religiosos possam ofender homossexuais durante os cultos. Marta é relatora do projeto que prevê criminalização da homofobia. A petista incluiu a proposta no artigo 20 da lei, que penaliza quem pratica a discriminação e incita o preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional (estrangeiros).
" É rasgar a lei, que é espetacular no combate aos crimes raciais e invejada em outros países "
Segundo o texto proposto pela senadora, manifestações em cultos não poderiam ser enquadradas como crime de preconceito racial, religioso ou mesmo sexual. O advogado criminalista Octavio Aronis, que trabalha de forma voluntária para a Federação Israelita Paulista e a Confederação Israelita do Brasil (Conib) foi duro nas críticas e afirmou que a emenda de Marta joga no lixo a Lei Afonso Arinos.
- Essa modificação não faz o menor sentido e vai abrir precedentes porque é muito difícil julgar o que é manifestação pacífica de pensamento. Vai abrir margem para qualquer coisa. Imagine nos tribunais: não, foi uma manifestação pacífica, não quis ofender e nem acusar ninguém! É rasgar a lei, que é espetacular no combate aos crimes raciais e invejada em outros países. E altera o artigo 20, que é o artigo capital, o mais importante, que se permite trazer a materialidade do crime - afirmou Octavio Aronis, que citou o exemplo dos próprios judeus.
Para Rabino, liberdade de expressão não é absoluta
O rabino Michel Schlesinger, da Congregação Israelita Paulista (CIP), afirmou que a liberdade de expressão não pode ser absoluta e também questionou a proposta da senadora.
- A liberdade de expressão não pode ser absoluta. A liberdade de expressão pode entrar em choque com valores da sociedade. Mais uma vez esse conflito, que envolve padres, rabinos, pastores, xeiques. Se podem ou não falar sobre muitos assuntos, essa liberdade não pode ser ilimitada. É preciso tomar cuidado. Sermões e pregações contra homossexuais, judeus, nordestinos... É péssimo, é terrível. É um desafio velho: fomentar a liberdade de expressão e colocar limite. Acho prudente que a senadora repense a inclusão dessa emenda - disse o rabino Schlesinger.
Marta Suplicy argumentou que não se deve punir por discriminação os casos de "manifestação pacífica de pensamento fundada na liberdade de consciência e de crença". A senadora justificou que não se deve ignorar que muitas religiões consideram a prática homossexual uma conduta a ser evitada. A petista afirmou nesta quarta-feira que pode retirar essa emenda do texto em função da polêmica que está causando e ainda do risco de ser considerada inconstitucional.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/05/19/comunidade-judaica-critica-proposta-de-marta-suplicy-que-permite-ofensas-minorias-em-cultos-924500289.asp#ixzz1Mu1aE8yL
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