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1 de jun. de 2011

Kit contra Homofobia: "Alunos querem discutir diversidade sexual", diz professora transexual

Os adolescentes brasileiros estão prontos para discutir a diversidade sexual em sala de aula. Uns têm preconceito, mas muitos outros estão cheio de curiosidade e disposição para debater o tema. Assim pensa a transexual Marina Reidel, professora na escola estadual Rio de Janeiro, em Porto Alegre (RS), e na Fundarte, em Montenegro, no mesmo estado. “Eles querem essas aulas e gostam delas, pois conhecem algo que não é vivido na família.”
Divulgação 
 
A professora transexual Marina Reidel diz que alunos estão prontos para debater diversidade sexual
    Por essa razão, a professora acredita ser um retrocesso o veto ao “kit gay”, como é chamado o material didático criado pelo MEC (Ministério da Educação) para combater a homofobia. “O material é de boa qualidade, não ensina ninguém a ser gay e mostra a realidade na qual vivemos, pois temos alunos que precisam desse apoio”, diz.
    “Hoje [no dia da entrevista], inclusive, eu propus um trabalho com tema livre e um grupo decidiu falar sobre a diversidade sexual. Isto é, eles mesmos pedem para falar e alguns até dizem ‘eu não homossexual, mas respeito’.”
    A professora, que não revela a idade, transformou-se de Mario em Marina há dez anos. Hoje em dia, é um ícone da luta pelo debate da diversidade sexual em sala de aula. Ela pesquisa o assunto para sua dissertação de mestrado, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e já participou de palestras e cursos de capacitação dentro e fora do estado.

    Quando era criança, no interior gaúcho, sofreu maus-tratos constantes na escola. Antes da transformação, foi ofendida por alunos e rejeitada por alguns pais. Mas ressalta que foram apenas alguns casos. “Os adolescentes são muito mais abertos do que se pensa na hora de trabalhar a diversidade sexual em aula. É fundamental que haja o esclarecimento, pois o preconceito vem da falta de conhecimento”, acredita.
    Na opinião dela, atitudes preconceituosas não devem ser toleradas na escola, e é tarefa de professores e gestores evitar que isso aconteça. “Na minha escola, não aceito esse tipo de brincadeira. Queremos educar cidadãos. Se eu permito essa atitude, mais tarde os alunos sairão em praça pública agredindo a todos.”
    Marina conhece outras 16 professoras transexuais na rede pública brasileira e acredita que haja muitas outras. Elas são exceções numa dura realidade – grande parte dos travestis e transexuais tem dificuldade para conseguir um emprego, pois abandona a escola antes de se formar. “Muitas estão na prostituição porque foram expulsas em algum momento da escola e da família. Elas não têm o ensino fundamental e caem nesse mundo”, afirma.


    Eike Loosssnho, Amey Marina! Mas detestei chamarem perjorativamente o material de KIT GAY!

    23 de mai. de 2011

    Gays e a Bíblia - por Frei Beto

    É no mínimo surpreendente constatar as pressões sobre o Senado para evitar a lei que criminaliza a homofobia. Sofrem de amnésia os que insistem em segregar, discriminar, satanizar e condenar os casais homoafetivos. No tempo de Jesus, os segregados eram os pagãos, os doentes, os que exerciam determinadas atividades profissionais, como açougueiros e fiscais de renda. Com todos esses Jesus teve uma atitude inclusiva. Mais tarde, vitimizaram indígenas, negros, hereges e judeus. Hoje, homossexuais, muçulmanos e migrantes pobres (incluídas as “pessoas diferenciadas”...).

    Relações entre pessoas do mesmo sexo ainda são ilegais em mais de 80 nações. Em alguns países islâmicos elas são punidas com castigos físicos ou pena de morte (Arábia Saudita, Irã, Emirados Árabes Unidos, Iêmen, Nigéria etc). No 60º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, em 2008, 27 países-membros da União Europeia assinaram resolução à ONU pela “despenalização universal da homossexualidade”.

    A Igreja Católica deu um pequeno passo adiante ao incluir no seu catecismo a exigência de se evitar qualquer discriminação a homossexuais. No entanto, silenciam as autoridades eclesiásticas quando se trata de se pronunciar contra a homofobia. E, no entanto, se escutou sua discordância à decisão do STF ao aprovar o direito de união civil dos homoafetivos.

    Ninguém escolhe ser homo ou heterossexual. A pessoa nasce assim. E, à luz do Evangelho, a Igreja não tem o direito de encarar ninguém como homo ou hetero, e sim como filho de Deus, chamado à comunhão com Ele e com o próximo, destinatário da graça divina.

    São alarmantes os índices de agressões e assassinatos de homossexuais no Brasil. A urgência de uma lei contra a violência simbólica, que instaura procedimento social e fomenta a cultura da satanização.

    A Igreja Católica já não condena homossexuais, mas impede que eles manifestem o seu amor por pessoas do mesmo sexo. Ora, todo amor não decorre de Deus? Não diz a Carta de João (I,7) que “quem ama conhece a Deus” (observe que João não diz que quem conhece a Deus ama...).

    Por que fingir ignorar que o amor exige união e querer que essa união permaneça à margem da lei? No matrimônio são os noivos os verdadeiros ministros. E não o padre, como muitos imaginam. Pode a teologia negar a essencial sacramentalidade da união de duas pessoas que se amam, ainda que do mesmo sexo?

    Ora, direis, ouvir a Bíblia! Sim, no contexto patriarcal em que foi escrita seria estranho aprovar o homossexualismo. Mas muitas passagens o subtendem, como o amor entre Davi por Jônatas (I Samuel 18), o centurião romano interessado na cura de seu servo (Lucas 7) e os “eunucos de nascença” (Mateus 19). E a tomar a Bíblia literalmente, teríamos que passar ao fio da espada todos que professam crenças diferentes da nossa e odiar pai e mãe para verdadeiramente seguir a Jesus.

    Há que passar da hermenêutica singularizadora para a hermenêutica pluralizadora. Ontem, a Igreja Católica acusava os judeus de assassinos de Jesus; condenava ao limbo crianças mortas sem batismo; considerava legítima a escravidão;e censurava o empréstimo a juros. Por que excluir casais homoafetivos de direitos civis e religiosos?

    Pecado é aceitar os mecanismos de exclusão e selecionar seres humanos por fatores biológicos, raciais, étnicos ou sexuais. Todos são filhos amados por Deus. Todos têm como vocação essencial amar e ser amados. A lei é feita para a pessoa, insiste Jesus, e não a pessoa para a lei.

    FREI BETTO é escritor.


    16 de mai. de 2011

    O Humanismo de Padre Gilvander, que apóia decisão do STF e reconhece uniões homoafetivas

     Deu no Globo

     


    Padre contraria CNBB e elogia Supremo por legalizar união de casais gays no Brasil

    Publicada em 12/05/2011 às 23h42m
    Chico Otávio
    Padre Gilvander, da Ordem dos Carmelitas/Foto de divulgação

     RIO - A primeira reação do frei Gilvander Moreira, padre mineiro da Ordem dos Carmelitas, ao ser convidado a analisar a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a união civil entre pessoas do mesmo sexo foi de temor: "Vou ser reconhecido por quem é de mente mais aberta, mas vou apanhar muito dos dogmáticos e conservadores". Porém, mesmo desconfiado de que pagaria caro pela entrevista, resolveu falar porque "a causa é justa e vale a pena". Mestre em Exegese Bíblica, professor de Teologia e assessor da Comissão Pastoral da Terra, Frei Gilvander disse que o Supremo está de parabéns por tornar visíveis as milhares de uniões homoafetivas do país.
    Deus é amor e não discrimina e nem pune ninguém por opção ou orientação sexual







    Como o senhor recebeu a decisão do Supremo?
    GILVANDER MOREIRA: Com alegria, pois é uma vitória dos movimentos e dos grupos que historicamente vêm lutando pelo direito à liberdade sexual homossexual. Nesse caso, o STF posicionou-se com justiça e equidade. A sociedade está em constante transformação, e esse grupo em questão existe e está no dia a dia vivendo e construindo suas relações à margem da sociedade. Devido a isso, o Direito não podia mais se esconder ou continuar negando esse direito a relações homoafetivas. Foi um exemplo de coragem e cidadania. Tornou-se visível o invisível. Declara-se assim o início do fim da hegemonia da moral heterossexual. Abre caminho para a afirmação, à luz do dia, das mais de 60 mil uniões estáveis entre homossexuais no Brasil, que até aqui pagavam um altíssimo preço pela sua orientação sexual.

    Como o senhor vê hoje a situação dos homossexuais no Brasil?
    GILVANDER: Segundo o pesquisador Luiz Mott, da UFBA, o mais preocupante é que o registro de violência contra a população LGBT vem aumentando ao longo dos anos. De janeiro a novembro de 2010, Mott contabilizou 205 assassinatos. Estima-se que o número de casos de discriminação da população LGBT atinge entre 10 mil e 12 mil por ano no país.
     
    O senhor considera a sociedade brasileira preconceituosa?
    GILVANDER: Infelizmente estamos numa sociedade preconceituosa, intolerante, hipócrita e cínica. Ainda há muito moralismo, fundamentalismos e sectarismos em segmentos conservadores de igrejas e da sociedade, que ficaram irritados e questionam o acerto da decisão. No último Censo, foi declarado que há mais de 60 mil uniões estáveis homoafetivas no Brasil. O movimento que defende os direitos dos homossexuais está crescendo, o que é muito bom. Na decisão do STF , não se pode deixar de destacar e parabenizar a luta deste movimento, que vem marchando pelas ruas e erguendo suas bandeiras.
     
    Já ouviu confissões de pessoas que se declararam homossexuais? Que conselhos costuma dar?
    GILVANDER: Já ouvi. Uma, por exemplo, perguntou: "Gostei muito da sua homilia de ontem. Por isso, resolvi me confessar. Frei Gilvander, ser homossexual é pecado?". Disse ainda que tinha lido um livro da Renovação Carismática que dizia que não era pecado ser homossexual, desde que não colocasse em prática o sentimento. Mas a pessoa disse que não tinha como não colocar em prática. Diante disto, preferia até se suicidar. Respondi que, se o elo mais forte de uma corrente é justamente o elo mais fraco, só poderá ser mais justo e aplaudido por Deus o elo enfraquecido e discriminado. Feliz do povo que ouve os clamores dos que fazem outra opção sexual senão a hegemônica. Deus ouve os clamores de todas as pessoas oprimidas. Deus é amor e não discrimina e nem pune ninguém por opção ou orientação sexual. Deus acolhe a todos sem distinção. Eu disse ainda que devemos respeitar todos, mas não podemos respeitar todos da mesma forma. Sentindo-se compreendida e acolhida, a pessoa desistiu do suicídio. Ergueu a cabeça, levantou-se e foi embora.
     
    A união civil entre pessoas do mesmo sexo ameaça a família?
    GILVANDER: Penso que não, por vários motivos. São minorias e há uma grande pluralidade de famílias hoje. Há famílias tradicionais; famílias só com mãe e filhos (monoparental); 80 mil famílias sobrevivendo debaixo da lona preta em acampamentos clamando por reforma agrária; milhares de famílias que sobrevivem apertadas em um único quarto de cortiço; milhões de famílias arrochadas em barracos nas favelas; famílias só "marido e mulher", sem filhos. Por que não pode haver também famílias homossexuais?
     
    Há referências diretas ou indiretas na Bíblia sobre o tema?
    GILVANDER: Na Bíblia, o primeiro relato da Criação (Gênesis 1,1-2,4a) mostra o ser humano profundamente ligado a todas as criaturas do universo. De uma forma poética, o relato bíblico insiste na fraternidade de fundo que existe entre todos os seres vivos, que são uma beleza. Nas ondas da evolução, Deus, ao criar, sempre se extasia diante de todas as criaturas e exclama: "Que beleza! Bom! Muito bom!" O livro de Atos dos Apóstolos resgata, nas primeiras comunidades cristãs, essa mística ao dizer que não há nada impuro. Tudo é puro, é sagrado.

    O que o senhor tem a dizer sobre o uso da camisinha?
    GILVANDER: Devemos preservar a nossa vida, a do próximo e a de toda a biodiversidade. Para isso, são necessárias várias coisas, entre as quais o uso da camisinha nas relações sexuais. Por questão de saúde pública e respeito à sacralidade de cada um. Não podemos correr risco de contrair HIV e/ou doenças sexuais que matarão o outro aos poucos. Isso não tem o apoio do Deus da vida. Mas camisinha não é panaceia para todos os males. Enquanto houver sexismo, imoralidades e erotismo trombeteados aos quatro ventos por novelas e filmes, reduzindo a mulher a objeto, infelizmente só usar camisinha será paliativo. É preciso educação de qualidade e elevar o nível cultural do povo.

    Sua posição a respeito de tais temas é solitária na Igreja?
    GILVANDER: Não. Há muitos teólogos e teólogas, cristãos e cristãs, que partilham conosco essas posições. Todo o povo da Teologia da Libertação. Na Igreja, há membros que comungam conosco dessa visão mais compreensiva com os direitos das minorias. Há igrejas e não apenas uma igreja. Quando membros da Igreja instituição se posicionam de forma moralista, proselitista e autoritária, afugentam muitas pessoas. Mas quando membros da igreja ouvem, dialogam e, inspirados no evangelho de Jesus Cristo, testemunham o grande sonho do Deus, o da vida em liberdade e abundância, cativam muitas pessoas para se engajar em projetos humanizadores.

    Realmente, esse humanismo, esta lucidez, esse coração aberto, cativam.
    Parabéns Padre Gilvander! Muito sucesso na divulgação da palavra!



    29 de abr. de 2011

    Igreja americana se recusa a assinar casamentos héteros até legalização do casamento gay

    Eike looosho!
    Enquanto tem gente vivendo de assombrações, fazendo leituras medievais do velho testamento e promovendo caça às bruxas,  também tem muita gente lúcida por aí!

     Deu na Revista Trip

    Pela união civil

    Igreja americana se recusa a assinar casamentos héteros até legalização do casamento gay
    Divulgação/DBCC
    Douglas Boulevard Christian Church, em Louisville, Kentucky
    Douglas Boulevard Christian Church, em Louisville, Kentucky


    Surpreendendo toda a comunidade cristã do estado do Kentucky, no interior dos Estados Unidos, a Douglas Boulevard Christian Church anunciou que não vai mais assinar licenças de casamentos na cidade de Louisville enquanto não houver leis mais flexíveis em relação à legalização do casamento gay no país. Ligada ao grupo protestante Discípulos de Cristo, que reúne quase 700 mil membros nos EUA, a igreja é a primeira da congregação a se manifestar dessa forma sobre o assunto e a decisão de cancelar licenças de casamento foi tomada pelos próprios fieis em assembleia.
    A igreja Douglass Boulevard, entretanto, continua realizando cerimônias religiosas de casamento entre pessoas do mesmo sexo e de sexos diferentes. A ação da congregação se limita ao aspecto legal do casamento. Sem a licença da igreja, os fiéis que se casam são obrigados a recorrer aos cartórios civis para legalizar o contrato de casamento. De acordo com o ministro Derek Penwell, maior clérigo da igreja, a decisão pretende chamar a atenção da população americana sobre as discrepâncias de direitos entre casais homossexuais e heterossexuais.
    "Nosso sistema anterior nos forçava a dizer para todos os gays e lésbicas em nossa congregação: só podemos fazer as coisas em parte para vocês", explicou o pastor em entrevista a uma rádio local. Em um comunicado oficial no site da igreja, o ministro adjunto Ryan Kemp-Pappan reforçou a ideia dizendo que "como uma comunidade aberta e afirmativa de sua fé, nossa igreja é comprometida em tratar homossexuais e heterossexuais igualmente. Nossa congregação acredita que é injusto prover serviços diferenciados para os casais hétero enquanto não podemos fazê-los para os casais gays.
    “Casais heterossexuais têm direito a inúmeros benefícios que resultam de ter uma união sancionada pelo estado. Eles podem herdar propriedades, adotar crianças juntos, visitar uns aos outros no hospital e economizar milhares de dólares em impostos pagando suas taxas como casal. Ministros, como agentes do estado, tem poder para conceder esses benefícios para heterossexuais, mas não temos a honra de fazê-lo com casais gays", completou ainda o Reverendo Derek Penwell, no mesmo post no blog da igreja Douglass Boulevard.
    A decisão da igreja já atraiu a atenção das comunidades cristãs dos EUA para esse delicado assunto. Pouco a pouco, algumas instituições evangélicas estão literalmente saindo do armário e mostrando que existem sim cristãos moderados livres de preconceitos. Com a manifestação, a congregação mostrou que está disposta a livrar-se de dogmas antigos em nome do bem comum, dos direitos civis e das liberdades individuais. Para a alegria dos progressistas, enfim os religiosos moderados estão se levantando contra os fanáticos.


    9 de abr. de 2011

    Time de volei vence com mensagem contra preconceito #ashodigno

    do UOL Esporte - Vôlei
    Vôlei Futuro 'pinta' ginásio de rosa, bate Cruzeiro e empata semi da Superliga
    Alexandre Arruda/CBV
    Líbero Mário Júnior utilizou uma camisa 'arco-íris', com mensagem contra preconceito
    09/04/2011 - 12h31

    Vôlei Futuro 'pinta' ginásio de rosa, bate Cruzeiro e empata semi da Superliga

    Após uma semana marcada pela polêmica envolvendo o central Michael, vítima de homofobia no jogo de ida, Sada/Cruzeiro e Vôlei Futuro voltaram a se enfrentar neste sábado, em Araçatuba. Em um duelo marcado por manifestações contra o preconceito sexual, com as arquibancadas ‘pintadas’ de rosa, a equipe paulista contou com a força de sua torcida para vencer de virada por 3 sets 2, com parciais de 19-25, 25-17, 21-25, 25-22 e 18-16, e empatar a série semifinal da Superliga masculina por 1 a 1.
    Michael foi o pivô de uma polêmica que envolveu as duas equipes durante a última semana. O central foi alvo de perseguição da torcida do Cruzeiro no jogo de ida, disputado em Contagem-MG. Xingado de ‘bicha’ todas as vezes em que pegou na bola, o jogador do Vôlei Futuro reclamou de preconceito sexual e deu início a uma troca de farpas entre diretorias das duas equipes.
    O Vôlei Futuro buscou ‘responder’ às provocações preconceituosas do primeiro jogo. Bastões rosa com o nome de Michael foram distribuídos aos torcedores e coloriram as arquibancadas. O oposto Leandro Vissoto utilizou uma proteção rosa em sua mão esquerda, o líbero Mário Júnior vestiu uma camisa ‘arco-íris’. Os gandulas também estavam com camisetas rosa, portando mensagens contra preconceito sexual.
    A pressão, porém, não influenciou o Cruzeiro dentro de quadra no primeiro set. Frio, o time mineiro passou a controlar o jogo a partir da metade da parcial, quando acertou sua marcação no bloqueio. O oposto Wallace comandou o time ofensivamente e o clube mineiro não teve dificuldade para abrir vantagem no placar e fazer 25-19.
    A equipe de Araçatuba, porém, mostrou no segundo set porque conta com um dos melhores elencos do país. Ricardinho trabalhou bem na distribuição de jogadas com Lucão e Leandro Vissoto e comandou a reação do Vôlei Futuro, que liderou toda a parcial e venceu por 25-17.
    O Cruzeiro melhorou no terceiro set e o equilíbrio dominou a partida até a metade da parcial, que contou até com passe de cabeça do levantador Ricardinho. O panorama só foi alterado com a passagem de Filipe no saque. O ponteiro ajudou o clube mineiro a abrir cinco pontos de diferença e administrar a vantagem para fazer 25-21.
    O quarto set foi o mais equilibrado da partida. O Vôlei Futuro liderou toda a parcial, mas sem conseguir abrir boa vantagem até os últimos pontos. O bloqueio de Araçatuba, porém, fez a diferença nos momentos decisivos, ajudando a equipe a abrir três pontos de diferença e levar o jogo para o tie-break.

    O Vôlei Futuro aproveitou os erros do Cruzeiro para iniciar o set desempate de forma arrasadora e fazer 3-0. Uma falha de Vissoto, um bloqueio e um ace empataram a partida e recolocaram o time mineiro no jogo. As duas equipes se alternaram na liderança do placar até o 16º ponto, quando o time de Araçatuba contou com dois pontos de Camejo, o último de saque, para fazer 18-16 e garantir a vitória dos donos da casa.

    6 de abr. de 2011

    Tese de doutorado discute Homoparentalidade

    Convite aberto à comunidade.

    Defesa de Tese de Doutorado - Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política

    Universidade Estadual do Norte Fluminense - Darcy Ribeiro


    "Das voltas que o mundo dá: família e homoparentalidade no Brasil contemporâneo"


    Daniela Bogado Bastos de Oliveira


    Marinete dos Santos Silva (Orientadora)


    Data: 28 de abril de 2011

    Horário: 14 horas

    Local: Mini Auditório B - CCH / UENF

    3 de mar. de 2011

    Vídeo hilário e imperdível: Pastor desmente ex-homossexual “curado”.

    Asseeemmm, sei que é controvertido, mas, particulamentchi goshtei da poshtura do pastor Caio Fábio. Ashei coerente, ashei digno, ashei bafo!
    Isso sem falar que noooonca, em nenhoooom outro momentcho vocês viram um pastor dizendo:
    “Honestamente me diga se esse furingolingo não pisca de vez em quando”
    Rashei venu esses veeedeeeo!

    e conteeenoouua!

     
    Via Celso Dossi
     
    Não é o máximo!
    PS: Naaauuumm é todo dya que agentchi um Pastor, néah …

    Carnaval sem Homofobia no Rio de Janeiro

    Rio fará campanha de combate à homofobia durante o carnaval

    Haverá distribuição de panfletos, campanha na TV e internet, além da instalação de um posto de atendimento
    02 de março de 2011 | 16h 35
    Agência Brasil
    RIO - Pela primeira vez durante um carnaval, a capital fluminense fará uma campanha de combate à homofobia. Haverá distribuição de panfletos, campanha na televisão e na internet, além da instalação de um posto de atendimento com profissionais de assistência social. A iniciativa, da prefeitura do Rio, será desenvolvida pela Coordenadoria de Diversidade Sexual.
    A ideia é informar os cidadãos sobre doenças sexualmente transmissíveis e orientar sobre direitos civis. Um dos objetivos da coordenadoria, instância ligada ao gabinete do prefeito, Eduardo Paes, é esclarecer sobre uma lei que assegura a liberdade de manifestações públicas de carinho, por exemplo.
    "O que vale para um casal heterossexual vale para um casal homossexual", disse o coordenador Carlos Tufvesson. "O beijo entre duas pessoas do mesmo sexo não é diferente enquanto manifestação de carinho de um beijo entre duas pessoas do sexo oposto", acrescentou o estilista, durante lançamento da campanha, nesta quarta-feira, 2.
    Folhetos foram escritos em português e em inglês - já que a cidade foi eleita o melhor destino gay do mundo - e informam sobre um e-mail para o encaminhamento de denúncias e pedido de informações. Os panfletos começarão a ser distribuídos no próximo sábado, 5, em tradicionais pontos de folia gays como Copacabana e Ipanema, na zona sul e em Madureira, na zona norte.
    Paralelamente, a coordenadoria instalará na Praça General Osório, em Ipanema, um posto móvel que funcionará das 14h às 24h tirando dúvidas dos foliões sobre a lei de combate à discriminação em locais públicos e orientando sobre procedimentos para denúncias em casos de homofobia.
    A campanha publicitária na internet e na televisão está prevista para começar amanhã (3), com vídeos de celebridades pedindo "tolerância zero a qualquer tipo de preconceito", reforçou Tufvesson, ao minimizar a menor representação de lésbicas e travestis nas peças publicitárias.
    "Os vídeos foram produzidos em cima da hora. Contactamos as pessoas às pressas. Algumas puderam ir, outras não. Todas [as categorias] estão conosco em alma e espírito. Jamais excluiríamos ninguém", disse o coordenador especial.
    Para orientar os foliões sobre os direitos civis e protegê-los de qualquer ação discriminatória, a Guarda Municipal recebeu treinamento da Coordenadoria de Diversidade Sexual.

    27 de jan. de 2011

    Gays e lésbicas se beijam na TV brasileira

    Gente, se tem uma coisa irritante é o argumento de que gays se beijando é algo que chocar, ou "enojar" as pessoas. Putz, ô coisa mais preconceituosa essa!
    Aí, os casais gays da TV viram uma coisa meio "Vaticano", assexuados.
    Ops, quer dizer, "Vaticano" não né, afinal, o Vaticano não é assexuado!
    Mas enfim, casais gays na TV, se não são aquela coisa estereotipada normalmente se tornam assépticos e praticamente irreconhecíveis. 

    A Tv pode mostrar todo tipo de sacanagem, de violência, mas parece que o mundo vai acabar se dois homens ou duas mulheres se beijarem. Hipocrisia pacas!

    Mas enfim,  não é que lá, meio clandestino, o tal do beijo gay não terminou acontecendo?

    A Record exibiu, sem querer, um beijo gay durante transmissão ao vivo do “Jornal da Record” na noite desta terça-feira (25).
    A emissora fazia uma reportagem direto da Praça da República, em São Paulo, mostrando as comemorações do aniversário da cidade. Enquanto exibia a imagem do local, dois homens começaram a se beijar durante a transmissão.
    O beijo foi exibido durante 4 segundos enquanto a câmera exibia a imagem panorâmica do local.
    Acidentalmente a Rede Record saiu na frente da Globo no ‘beijo gay’.

    Mas, para não ficar para trás, na Globo, rola aquele momento velcro básico:





    É isso, muito love minha gente! 




    25 de jan. de 2011

    Mapa do Casamento Gay no Mundo

    Huuuhhhuuu, dignidade! Clique no mapa para ampliar



    Enquanto isso:

    Brasileiro é cônjuge de primeira união civil gay reconhecida na Irlanda

    Administrador Adriano Vilar casou com irlandês na vizinha Irlanda do Norte.
    Com nova lei, união passou a ser reconhecida na Irlanda em 1º de janeiro.

    Amauri Arrais  
    Do G1, em São Paulo

    Há mais de dois anos na Irlanda, o administrador de empresas brasileiro Adriano Vilar ficou surpreso ao saber, em 13 de janeiro, que ele e o marido, o irlandês Glenn Cunningham, eram o primeiro casal gay a ter seus direitos reconhecidos pelo país.

    Casados desde o ano passado na vizinha Irlanda do Norte, os dois foram ao Serviço de Imigração e Naturalização da Irlanda para tentar trocar o visto de estudante de Vilar por um de residente. Coincidentemente, era o primeiro dia em que casais gays poderiam oficializar suas uniões.

    “Quando chegamos, os funcionários não sabiam o que fazer. Chamaram outro funcionário, que disse: 'Parabéns, vocês são o primeiro casal do mesmo sexo a nos procurar!' Foi uma surpresa”, contou o brasileiro por telefone ao G1, de Dublin. O caso foi noticiado por jornais locais, como o "Irish Times".
    Foto do casamento de
    Foto do casamento de Glenn Cunningham e Adriano Vilar. (Foto: Arquivo pessoal)
    Ratificada em julho de 2010 pela presidente irlandesa, Mary McAleese, a nova lei de Relações Civis, que entrou em vigor no dia 1º, concede pela primeira vez no país o reconhecimento legal de fato aos casais de mesmo sexo.

    Até então, muitos casais homossexuais recorriam à Irlanda do Norte, que pertence ao Reino Unido, para oficializarem suas uniões.

    Foi o caso de Adriano e Glenn, que se casaram em 13 de agosto de 2010 no país vizinho. Juntos desde 2008, os dois se conheceram quanto Adriano chegou à Irlanda para estudar inglês.

    “Vim com coração partido, tinha acabado um relacionamento de seis anos”, conta Adriano, que trabalha na mesma empresa que o marido.

    Com a oficialização da união civil no país, os casais do mesmo sexo passam a ter os mesmo direitos de casais heterossexuais, em questões de propriedade imobiliária, bem-estar social, direitos de sucessão, previdência e impostos.

    “Tenho toda liberdade que um irlandês tem. Inclusive posso trabalhar na minha área, já que sou formado em administração com ênfase em comercio exterior”, comemora Adriano.

    No Brasil, cuja lei não reconhece casais do mesmo sexo, a união não teria efeito legal. “Nossa meta é morar em definitivo aqui. Não temos previsão de morar no Brasil, até porque meu marido tem uma filha de 5 anos. “

    Símbolo destas novas uniões, a filha de Glenn Cunningham é fruto de uma inseminação artificial feita por ele e uma amiga lésbica, que tinha o desejo de ser mãe.

    Fonte: G1

    22 de jan. de 2011

    Menina eu sou é homem: Laleska, Juiz de futebol

     

    Árbitro cearense que se traveste à noite já apitou mais de cem jogos

    EM DEPOIMENTO A ADRIANO FERNANDES
    COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
    MINHA HISTÓRIA
    VALÉRIO GAMA, 32
    Eu descobri que era gay aos dez anos. Fui percebendo que não gostava de mulher. Brincava com meninos e sentia interesse por eles. Nunca contei para a minha família. Minha mãe já percebeu, meu pai até hoje é contra.
    Jarbas Oliveira - 18.jan.2010/Folhapress
    Árbitro Valério Gama, 32, posa para fotos com os cartões amarelo e vermelho em
    Árbitro Valério Gama, 32, posa para fotos com os cartões amarelo e vermelho
    Comecei a me interessar por futebol assistindo aos jogos da Copa de 1994, nos EUA. Eu tinha 15 anos. Entrei no futebol pra ser goleiro. Eu era o terceiro goleiro de um time aqui da minha cidade.
    Na época, faltou juiz e o meu treinador pediu pra eu apitar. Eu apitei e gostei. Não sabia as regras, aprendi dentro do futebol, na marra. Não sou formado [em arbitragem], mas já marquei o curso com o Dacildo Mourão, um juiz daqui. Ele me chamou.
    Já apitei mais de cem jogos: campeonatos e amistosos entre times locais. Mas não estou no quadro de árbitros da federação cearense.
    SEM PRECONCEITO
    Toda a equipe de árbitro só tem homem, e eu sou o único homossexual. Nunca me envolvi com eles, eles nunca me cantaram, me respeitam como se eu fosse uma mulher mesmo. Porque o que eles sabem fazer eu também sei.
    Eu bandeiro e tudo. Gosto mais de apitar, mas eu bandeiro quando é feito sorteio.
    No futebol, eu não sofro preconceito, nunca sofri.
    Quando eu chego ao campo, as pessoas acham que eu sou mulher. Vêm conversar comigo e perguntam: "E aí, mulher?". Eu digo: "Gente, eu não sou o que vocês estão pensando. Eu ainda não sou mulher. Sou homem".
    Aí, quando descobrem, ficam passados, caem pra trás, se assustam. Mas nunca fizeram nada que me ofendesse. Pelo contrário, sou um dos mais chamados para apitar os jogos, todo sábado e domingo eu apito uma partida.
    Eles chamam os héteros de veado, de baitola, mas a mim só chamam de ladrão, dizem que estou roubando. De veado ninguém chama porque todos já me conhecem.
    LALESKA
    Meu nome de mulher é Laleska. Quando eu estou de Laleska, gosto de ser chamado assim. Mas só à noite, quando eu saio para baladas.
    O time do Ferroviário [clube cearense] me reconheceu uma vez. Eu fui pra praça de vestido, de salto, de bolsa.
    Eles me olharam e falaram: "Olha a juíza!". Só que eles não sabiam que eu era homem. Uma amiga deles conversou [com eles] e contou. Aí eles me chamaram e disseram: "Você me desculpa por eu chamar você de moça no campo".
    No campo, achavam que eu era mulher. Quando eu falava [durante o jogo], eles estranhavam por causa da voz, mas não descobriram. Se os jogadores acham que sou mulher, são mais educados.
    Nós conversamos. Eles disseram que me viram de biquíni na praia, mas não acreditavam que eu era homem.
    Eu falei que me transformava à noite em mulher. Eles gostaram, disseram que era muita coragem minha apitar um jogo profissional. Me deram parabéns. Fiquei feliz.
    Vou te contar uma coisa que vai te deixar de queixo caído. Você está sentado?
    Na minha casa somos oito irmãos e quatro homossexuais, dois em forma de homem e dois travestis.
    'BICHA-HOMEM'
    Só metade de nós são "normais" [héteros], como diz o povo daqui. Estou acostumado a não ser aceito. Meu pai disse que vai morrer e não vai aceitar. Não admite o filho ter peito, querer ser mulher.
    Meus amigos travestis dizem que eu quero ser homem por gostar de futebol. Eles me chamam de "bicha-homem". Dizem: "Olha essa bicha que quer ser homem", "Essa bicha fala de futebol como se fosse homem". Eles não entendem nada de futebol. Eu sou totalmente diferente deles. Eles ficam passados.
    Tem muito homossexual no futebol, mas são incubados, não se assumem. Eu não. Eu rasguei logo. De que adianta eu viver a vida dos outros? Tenho que viver a minha, não vou mostrar para as pessoas uma coisa que não sou. Se perguntam, assumo.
    'O' ERRO, 'O' JOGO
    O maior erro da minha carreira foi uma falta fora da área que eu marquei pênalti.
    Logo depois, eu percebi que tinha sido fora, mas não dava para voltar atrás. Os jogadores puxaram meu cabelo. Já levei tapas, empurrão.
    Meu jogo mais importante foi Ferroviário contra a seleção de Beberibe [no último dia 8]. O Ferroviário joga a primeira divisão daqui. Me chamaram e fiquei empolgado. Encarei da forma que encaro qualquer briga na vida.
    Quando entrei no jogo, parece que incorporou um espírito na minha pessoa, um espírito de homem. Eu não tenho aqueles trejeitos do [ex-árbitro] Margarida, por exemplo. Faço os gestos todos direitinho, mas, depois que eu saio de campo, ninguém mais me segura.
    RESUMO
    Valério Fernandes Gama tem 32 anos e é juiz de futebol desde os 23.
    Homossexual, à noite vira Laleska. Como travesti, sai para as boates de Beberibe, sua cidade natal, no interior do Ceará. Nunca sofreu preconceito nos gramados. Seus amigos travestis estranham seu interesse por futebol. Dizem que Valério é um gay "que quer ser homem".
    Fonte: Uol

    13 de jan. de 2011

    Queimaram nossas cartas, anularam nossos nomes, censuraram nossos livros, declararam nosso amor como inqualificável

    Primeiro museu gay dos EUA abre as portas em San Francisco


    Deu no Uol

    Espaço do GLBT History Museum, em San Francisco, nos EUA

    Espaço do GLBT History Museum, em San Francisco, nos EUA

    Washington, 12 jan (EFE) - O primeiro museu gay dos Estados Unidos e o segundo do mundo abrirá nesta quinta-feira as portas em San Francisco, cidade reconhecida mundialmente pela liberação homossexual, para narrar, por escrito e visualmente, uma luta de décadas pelo respeito à orientação sexual.

    Uma área com 150 metros quadrados no bairro de Castro será a sede do GLBT History Museum, em homenagem aos gays, lésbicas, bissexuais e transexuais que, junto ao Museu Gay de Berlim (Alemanha), será o único do mundo dedicado a contar a história dos homossexuais e os obstáculos que tiveram de enfrentar.
    "Queimaram nossas cartas, anularam nossos nomes, censuraram nossos livros, declararam nosso amor como inqualificável", reza, impressa em uma das paredes do museu, uma frase tirada de um panfleto do projeto da história gay de San Francisco em 1979.

    Os óculos de sol rosa de Harvey Milk (A Voz da Igualdade), que nos anos 70 se transformaram no primeiro político abertamente gay da Califórnia, manuscritos de ativistas e brinquedos sexuais estão entre os atrativos do museu, que a Sociedade Histórica GLBT de San Francisco levou uma década planejando abrir.

    "Colocamos o melhor de nós para criar um museu rico, diversificado e surpreendente como a própria comunidade GLBT. Sejam gays, lésbicas, bissexuais, transexuais e heterossexuais, é certo que os visitantes vão se comover e aprender", relatou em comunicado Paul Boneberg, diretor da sociedade histórica.

    Por enquanto, o museu conta com duas exposições, "Nosso Extenso Passado Gay" e outra que reúne a coleção da sociedade histórica GLBT de San Francisco.




    Amei a idéia! Os gays, historicamente, sofrem tanto preconceito que não servem nem para  estatística. É justo resgatar  e preservar a histórias!

    18 de nov. de 2010

    3 de nov. de 2010

    Personagens gays nos videogames !

    Gente, personagens gays nos jogos de videogame !? Cliquem na imagem ou no link,  e leiam!
    Depois dessa, vamos pegar no Joystick, minha gente!
    Sem título

    2 de nov. de 2010

    Sexo Animal! Asho Dygno!

    Do Guia dos Curiosos

    Existem animais homossexuais?

    Uma das perguntas mais recorrentes que recebo no site “O Guia dos Curiosos” é sobre as relações homossexuais entre animais. Sim, há várias espécies em que os bichos se relacionam com outros do mesmo sexo. Até entre os insetos existem  gays. As moscas frugíveras, por exemplo, não têm o gene responsável pela identificação da diferença entre machos e fêmeas.
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    Os golfinhos são outro exemplo. A maioria dos golfinho-nariz-de-garrafa não faz diferença entre machos e fêmeas. Alguns  preferem unicamente os parceiros do mesmo sexo. O “nariz de garrafa” que dá o nome à espécie ainda serve para estimular a área genital do macho ou da fêmea, dependendo da escolha. Os golfinhos fazem da relação sexual uma forma de garantir a união do grupo.
    Para os bisões, a relação entre dois machos tem um significado bem diferente. Os bisões-alfa, superiores aos colegas do bando, podem praticar sexo anal com os inferiores na hierarquia. Mas não é apenas para indicar dominação que eles fazem isso. As fêmeas estão disponíveis para o acasalamento apenas uma vez por ano. No período restante, os machos são a única opção de relacionamento.
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    Os cines-negros machos mantêm relações homossexuais. Cerca de 25% dos cisnes machos dessa espécie são gays. Para procriar, eles procuram uma fêmea, mas a espantam assim que ela põe os ovos. Quem cuida dos filhotes? O casal de machos que espantou a fêmea! Bem, há os que prefiram roubar os ovos de ninhos de casais de cisnes heterossexuais.
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    Os macacos bonobos, popularmente chamados de “macacos hippies”, são adeptos do homossexualismo tanto entre os machos quanto entre as fêmeas, embora as macacas façam isso com mais frequência. Por quê?  Os bonobos fazem sexo constantemente, para resolver conflitos, por felicidade, para comemorar ou só por prazer.
    Os albatroz-de-laysan, aves marinhas que vivem no Pacífico Norte, também apresentam comportamentos homossexuais. Cerca de um terço dos casais de colônias desses bichos no Havaí são formados por duas fêmeas.
    Respondido?

    28 de out. de 2010

    Gays no Futebol



    O goleiro Jamerson --também conhecido como Messi-- se assumiu como homossexual aos 19 anos, quando começou a jogar futebol pelo Estrela do Mar, time amador de sua cidade, Passagem.
    Depois, transferiu-se para o Palmeira, onde virou ídolo do time que se prepara para a disputa da segunda divisão do Campeonato Potiguar, que começa no próximo mês.
    Para o presidente do clube, Cláudio José Freire, o fato de o goleiro ser homossexual contribuiu para que ele se transformasse em uma espécie de xodó dos torcedores de Goianinha, cidade de 21 mil habitantes a 54 km de Natal.
    "No meio da torcida do Palmeira, não tem quem diga alguma coisa para o nosso goleiro. Quem é doido? Se a gente perder o Messi, vai ser muito difícil encontrar outro do mesmo nível", afirmou Freire.
    Atualmente, o goleiro divide uma casa com outros três jogadores do próprio Palmeira. Um deles é o zagueiro Zig Zig. "Nunca o vi querendo ver jogador pelado ou dando em cima de algum heterossexual. A gente sabe que ele tem os namorados dele, mas é tudo muito reservado."
    Messi diz ser torcedor do Palmeiras, de São Paulo, e que seu ídolo é o também palmeirense Marcos. "Desde criança, sempre me inspirei nele, sempre gostei dele", falou.


    Fonte: ESP Brasil

    19 de out. de 2010

    Sobre a "Lei da Mordaça"

    Gente! Vocês sabem que eu AMODORO, a Fernanda Hugenin ( Nome Loooshho!). Asseeem, meu suónho é também, no futuro, ser cooolta, fashion, ahazar na escrita e mostrar o crú e o cuzin, digo, cozido... Bafho!

    Rs, brincadeira mona! Agora é sério, adorei (como sempre) a coluna da Fernanda Hugenin na Folha da Manhã! Ela fala sobre suposta " mordaça" e sobre a lei que criminaliza a homofobia.

    Sobre a Lei da Mordaça

     homofobia260607                                                                              
    O projeto de lei 122/2006, da deputada federal Iara Bernardes, nem foi sancionado e já está gerando tumulto. Trata-se da criminalização da homofobia, sendo uma emenda da Lei nº 7.716, que define os crimes resultantes de preconceito de raça ou de cor. Segundo o complemento, torna-se crime o preconceito e a discriminação contra homossexuais. Nesse caso, será punido, por exemplo, quem “impedir, recusar ou proibir o ingresso ou a permanência em qualquer ambiente ou estabelecimento público ou privado, aberto ao público” em virtude da orientação sexual. A “lei da mordaça”, como tem sido chamada pela bancada evangélica da câmara, é resultado de um trabalho conjunto no Congresso Nacional que reuniu representantes dos diferentes movimentos sociais da comunidade LGBT.
    O pastor Silas Malafaia está numa campanha ferrenha contra a lei e, pretendendo conquistar a opinião pública, espalhou em outdoors frases do tipo: “e Deus criou o macho e a fêmea”. Um dos seus principais argumentos é de que a lei restringe a liberdade de expressão. Fato é que a liberdade de expressão não é absoluta ou ilimitada, ou seja, ela não pode servir de escudo para abrigar crimes, difamação, propaganda odiosa, ataques à honra ou outras condutas ilícitas. Num diálogo verdadeiramente democrático, discute-se o pecado e não o pecador. Portanto, a lei não tolhe o direito de discordar do comportamento homossexual, ficando as igrejas absolutamente à vontade para professar sua doutrina. O que ela pretende é restringir os ataques pessoais e garantir os direitos civis de uma minoria que ainda é diariamente violentada.
    Eu nem queria entrar nesse debate a partir de um ponto de vista cosmológico, mas assisti algumas pregações no youtube para escrever esse artigo e não resisti. Há uma enorme preocupação dos evangélicos com a defesa da família. Parece que eles imaginam que se a homossexualidade for respeitada seus filhos sairão do armário e a espécie humana estará fadada a desaparecer. Não entendo por que tanto medo, nem a justificativa de que a homossexualidade é algo que contraria a natureza. Junto a machos e fêmeas, Deus também criou homens e mulheres estéreis que gastam uma grana pra tentar engravidar. Sem falar nos hermafroditas. Há também o comportamento homossexual dos animais. O discurso biológico é certamente muito precário, senão deficiente, pra discutir essa questão.
    Vou jogar a real: esse assunto me cansa, por ser tão empobrecedor da condição humana. Terminarei o artigo de hoje narrando o que considero, isto sim, uma verdadeira aberração. É uma história verídica. Uma menina desde criança sentia desejo por outra. Na adolescência tentou namorar rapazes por uma pressão social, mas nunca conseguiu ir além dos beijos. Então, depois de muito sofrer e lutar contra seus desejos, começou a namorar uma moça. Um dia, seu pai descobriu o namoro e sua orientação. Ele não somente não aceitou os fatos como teve a bizarra ideia de “consertá-la”. Não, caros leitores! Ele não a levou à igreja, nem ao psicólogo. Ele simplesmente a estuprou por considerar que a “cura” seria feita através de uma curra. Ou seja, esse homem usou o discurso homofóbico pra justificar a sua própria degenerescência.
    As leis certamente não destroem o sentimento subjetivo de ninguém. O preconceito pode continuar a morar nos corações de quem quiser e ser, inclusive, justificado através dos dogmas religiosos. Mas as leis seculares podem proteger contra as barbáries humanas feitas, na maior parte das vezes, em nome das leis divinas. Nesse caso, a verdadeira mordaça está na boca dos intolerantes.

    10 de out. de 2010

    Declaração de voto GAY

    Bem miguxos e miguxas, não iamos ficar de fora desse babado todo que são as eleições, néah!?

    Até mesmo por que somos cidadãs,  trabalhamos, contribuímos, pagamos impostos e queremos os mesmos direitos de qualquer cidadão!

    Mas enfim, não é facil, não é minha gente... Ainda há muito preconceito, muita ignorância, muita mágoa!

    Então ameeega, não se esqueça, nosso voto pode contribuir para mudar isso. Por isso é que a Tia Gayrrisson vai dizer quem são os candidatos friendlys e quem são as mágoas!

    7 de out. de 2010

    Vice diz que Serra vai ser contra direitos dos gays

    Gente, não dá! Sinceramente, primeiro o PSDB distribui em seu comitê central panfletos da TFP!!! Da TFP !!! (leia aqui)

    Aí, não se dando por satisfeitos, dizem que vão vetar a lei que combate a Homofobia! Sob o argumento escroto de que a lei vai permitir que gays transem em público! Desculpem, tento levar algumas coisas com bom Humor, sabe...  Mas isso não dá!

    Espero que os Gays que votarão no Serra estejam preparados para levar um belo de um coió, que sofram toda a discriminação possível, ou que já estejam curando sua "sexualidade" em alguma ceita pseudo-cristã.

    O Dia Online

    Vice diz que Serra vai ser contra direitos dos gays

    POR FERNANDO MOLICA
    Rio - Candidatos a presidente e a vice, José Serra e Indio da Costa decidiram atender a pedidos de lideranças evangélicas e, durante a campanha do segundo turno, irão condenar o Projeto de Lei 122/2006, que transforma em crime a discriminação a homossexuais.

    Indio disse ao Informe que a proposta atenta contra a liberdade de expressão ao prever penas de prisão para manifestações consideradas homofóbicas. Segundo ele, se o projeto virar lei, um dono de restaurante será preso caso impeça um casal gay de fazer sexo em seu estabelecimento.

    No armário

    Apresentado em 2001 pela então deputada Iara Bernardi (PT-SP), o projeto foi aprovado na Câmara em 2006 e aguarda para ser votado no Senado. A proposta tem sido atacada por lideranças evangélicas e católicas, que o acusam de excesso de rigor.

    ‘Mordaça gay’

    Defendido por grupos de homossexuais, o PLC 122 foi apelidado de “mordaça gay” por evangélicos. Indio afirmou que, nos últimos dias, tem sido procurado por religiosos interessados em manifestar apoio à chapa liderada por Serra.
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